SME de Fortaleza

Soube hoje que 3 livros meus (Condomínio dos Monstros, Viagem Espacial Interativa e Festa do Calendário) foram selecionados para o pregão da Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza para compor as bibliotecas móveis nas salas de aulas do Ensino Fundamental! Êba!

Segue o link com a lista:

Programação do 14º Salão FNLIJ

Saiu a primeira relação da programação de lançamentos do próximo Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens. Estarei lá com dois livros:
20/04 - 10hs - "O menino que coleciona guarda-chuvas" (Globo)
26/04 - 10hs - "Viagem mundial interativa" (RHJ)

O primeiro é um texto em versos, para crianças de 6-7 anos, sobre um menino que coleciona guarda-chuvas e usa a imaginação para inventar um monte de brincadeiras. Cada estrofe traz uma surpresa e uma nova utilização para o guarda-chuva, seja como espada de mosqueteiro, taco de golfe ou gancho de pirata.

No segundo, para 10 anos mais ou menos, três crianças dançam o vira em Portugal, tomam um banho turco em Istambul, fazem um safari no Quênia, visitam templos astecas, passeiam na famosa roda gigante de Londres, brincam com cangurus na Austrália e provam um pouco da comida típica de cada um dos 14 países visitados. Acompanhem Guilherme, João e Valentina por essa viagem aonde você mesmo escolhe o caminho a seguir, podendo contar uma história de várias formas diferentes.

Assim que eu tiver os livros comigo, colocarei aqui as capas e as fichas técnicas.

Segue o link para os lançamentos já programados. Lembre-se de checar antes de ir, pois a relação ainda está sujeita a alterações.

Fotos do lançamento de "O Banho de Nina"

O lançamento de "O Banho de Nina", de Ana Cristina Melo, com ilustrações de Cris Alhadeff, publicado pela Escrita Fina, foi ontem, na Livraria da Travessa do Leblon. Fui lá beber um mate e comer jujubas com essas duas Cristinas talentosas. Aliás, duas não. Três, porque a escritora Cristina Villaça, amigona que adoro, também estava lá.

A tarde de autógrafos foi muito bacana. Quem foi, pôde aproveitar a companhia das autoras anfitriãs, da Laurinha, editora da EF, do JP Veiga e Sabrina, da Naná Martins e Carlos, da Thaís Linhares, da escritora mirim Nina Krivochein e sua mãe Joana Cabral, do escritor Luiz Eduardo Matta, da ilustradora Eliane Raye, da Dag Bandeira, da Angela, da Suzana, do Guigo, da Nina, do Gabriel, e de vários outros que fizeram da tarde um evento imperdível.

E que venha o próximo!












Ana Cristina Melo e Cris Alhadeff lançam "O Banho de Nina" no domingo!

O lançamento do livro infantil "O Banho de Nina", escrito pela Ana Cristina Melo, editado pela Escrita Fina Edições, e ilustrado por Cris Alhadeff, acontecerá na Travessa do Leblon, no próximo domingo, dia 12 de fevereiro, às 16h.

Nina está preocupada: seus longos banhos estão acabando com a água do mundo.
Mas como pode a água acabar num mundo com tanto mar?

Sustentabilidade é o tema do século. Tempos que salvar o planeta, galera!

O bacana desse livro é que a Ana Cristina consegue passar a mensagem de forma suave e engraçada para os pequenos. As ilustrações da Cris ajudam a compor uma história que no fundo é séria, mas que será lida pela criança com um sorriso no rosto.

Vejo vocês lá na Travessa!

Informativo Extra do Ministério da Cultura - Direitos Autorais

Taí. Gostei. Pelo que eu entendi, haverá uma plataforma de registro público na internet, de fácil acesso, e o autor escolherá qual tipo de proteção sua obra terá. Muito justo.

Segue o informativo:

O DIREITO AUTORAL FRENTE AO PARADIGMA DIGITAL

Por ocasião da Campus Party 2012, o Ministério da Cultura oferece sua visão para contribuir nos debates do evento:

Neste ano de 2012, estará em curso um debate decisivo para o futuro da cultura brasileira, e também para a configuração do ambiente base para o desenvolvimento da economia criativa digital. Trata-se da apreciação, pelo Congresso Nacional, do projeto de revisão da Lei de Direito Autoral, que busca também contemplar a necessária atualização do marco regulatório frente às demandas do paradigma digital e das redes.

Conduzido até aqui pelo Ministério da Cultura, em debate com outros ministérios e com diversos setores da sociedade, o processo de construção da proposta buscou contemplar o delicado equilíbrio entre os múltiplos interesses envolvidos na economia da cultura. Uma premissa básica desse processo de diálogo com a sociedade brasileira é compatibilizar as conquistas sociais proporcionadas pela facilidade de acesso à informação trazida pela internet com o devido respeito aos direitos autorais na rede.

Nesta última etapa de formulação foi introduzida uma novidade importante, sobre a qual gostaríamos de tecer alguns comentários. Trata-se da proposta do registro unificado de obras intelectuais, cujo objetivo é reunir de forma organizada, em uma única plataforma pública, um conjunto de informações referenciais sobre o conteúdo da produção cultural e artística brasileira.

De acordo com a proposta, as informações de registro autoral serão disponibilizadas de acordo com o modelo ‘dados abertos’ (open data), consistente na publicação e disseminação das informações do setor público na web, compartilhadas em formato público e aberto, compreensíveis logicamente, de modo a permitir sua reutilização em aplicações digitais desenvolvidas pela sociedade. Na perspectiva de médio e longo prazo, a base do registro unificado de obras irá operar em sintonia com outras plataformas, aplicações e serviços dedicados à promoção do acesso a conteúdos digitais, e ao gerenciamento de direitos autorais.

Com a introdução da plataforma de registro unificado de obras, surge a oportunidade de se regulamentar um conjunto de licenças públicas, contemplando as especificidades da circulação em meio digital, a ser definida pelo próprio autor ou detentores dos direitos no ato de registro de sua obra. Tais licenças deverão ser concebidas respondendo a demandas específicas dos diversos setores (música, audiovisual, fotografia, literatura etc.), e serão implementadas de forma a permitir que os referidos detentores de direitos sobre a obra definam o grau de proteção e de incentivo à circulação que desejam lhe imprimir.

Uma vez implantada, a plataforma de registro unificado com licença pública poderá prover a necessária segurança jurídica para que a obra seja explorada por diferentes arranjos negociais, e oferecer condições de gerar os indicadores para a avaliação de desempenho destes novos modelos, gerando informações valiosas para futuros investimentos no meio digital. Esta mesma base de dados oferece também uma oportunidade única para acesso e gestão otimizada das obras caídas em domínio público, o que garante seu verdadeiro propósito que é o de permitir a difusão e o acesso amplo desses bens do espírito para toda a sociedade.

Quanto às obras autorais que ainda não se encontram em domínio público, a idéia da livre circulação apregoada na internet projeta um cenário no qual os serviços relativos aos conteúdos, ao invés da própria informação, se tornam as principais fontes de ganho econômico. O modelo de livre circulação, que na prática significa “conteúdo grátis”, pressupõe a publicidade como arranjo negocial fundamental da dimensão aberta da economia da informação. No entanto, a sua legitimidade demanda a liberação prévia desses conteúdos de criação intelectual por seus titulares, segundo as normas de direito autoral internacional e nacional vigentes, que lhe asseguram a sua remuneração.

O modelo de exploração de conteúdos na internet deve acolher, assim, por premissa, o respeito ao direito autoral, visto que os meios tecnológicos e a rede mundial podem assegurar aos titulares desses direitos novas formas de utilização das obras intelectuais, com a sua pronta distribuição e reprodução em grande escala, e a um custo irrisório – uma vez que o meio digital despreza a necessidade de um suporte físico para sua propagação e proporciona a diversidade de conteúdos protegidos e a ampliação de acesso aos bens culturais. A despeito dessas possibilidades, inauguradas com o meio digital e a internet, que oferecem uma maior autonomia ao criador, artistas e produtores independentes, modelos de negócios estão se revelando concentradores e refratários a novos concorrentes e investidores.

A efetividade do modelo de agenciamento da publicidade nos ambientes onde os conteúdos são referenciados (máquinas de busca e redes sociais) depende de escala. Isso explica o crescimento exponencial de gigantes como o Google e o Facebook. Mas esse modelo enquanto hegemônico torna-se obstáculo à concepção de uma política nacional ampla para o ambiente digital, com vistas à proteção da criação intelectual, à garantia efetiva de independência econômica de criadores e detentores de direitos autorais, à alocação distributiva de novos investimentos e à promoção da diversidade cultural na rede.

Assim, o processo de elaboração do registro unificado com a licença pública das obras audiovisuais, literárias, musicais, visuais e fonogramas, além de considerar a legitimidade de todos os titulares e dos produtores dessas criações intelectuais para delas disporem na forma e extensão que deliberarem para a sua circulação na rede, encampa o fato de que o novo sistema econômico delineado nesse ambiente poderá proporcionar múltiplos modelos alternativos a favor dos autores, investidores e a sociedade.

Diante da demanda dos modelos existentes e o porvir de utilização, exploração e fruição da criação intelectual no ambiente digital, selou-se a importância de reforçar, jurídica e tecnologicamente, no novo sistema de registro e licenciamento público que se propõe a atribuição de autoria e a expressa determinação dos respectivos titulares quanto aos usos possíveis do objeto fruto de sua criação. A partir deste arranjo jurídico-tecnológico, estabelecido com base no modelo de ‘dados abertos’, temos expectativa de que novas aplicações e serviços para promoção e monitoramento da circulação dos conteúdos surgirão de acordo com a intenção dos criadores em sua relação com a dinâmica própria da economia criativa.
Ana de Hollanda
Ministra de Estado da Cultura

Sergio Mamberti
Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura

Expediente
Ministério da Cultura
Representante Regional Sul: Margarete Moraes

Programa de incentivo à industria criativa

Parte da matéria publicada no jornal O Globo, em 05/02/12:

Tirando o atraso da criatividade

Autor(es): Agência o globo:Vivian Oswald

Com dez anos de espera, governo deve lançar em abril programa de incentivo à indústria criativa, que movimenta R$ 667 bi por ano no país

Com uma década de atraso, o Brasil resolveu mirar na chamada economia criativa - setor que movimenta mais de US$ 600 bilhões no mundo e se manteve imune às crise financeiras globais - e se prepara para lançar em abril um audacioso programa que pode duplicar os ganhos desse segmento em quatro anos. Se isso acontecer, serão R$ 108 bilhões a mais injetados na economia do país no período, graças ao aumento da produção e da exportação de bens e serviços criativos.

O programa Brasil Criativo está em gestação no Ministério da Cultura. Já foi mostrado à presidente Dilma Rousseff e está sendo tocado em parceria com a Casa Civil. O Planalto deve bater o martelo sobre as medidas, que envolvem pelo menos dez ministérios, em meados de março. Ao GLOBO, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, explica que a ideia é aumentar o quinhão do setor na economia dos atuais 2,85% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) para pelo menos 5,7% até 2015. As primeiras discussões começaram na gestão de Gilberto Gil. A despeito dos rumores de que poderia deixar o ministério, ela espera tocar o programa até o fim do governo: - Não é um projeto para seis meses ou um ano, é de médio prazo.

Sobre a mesa estão a eliminação de leis caducas, desoneração de tributos, mudanças no marco legal e formalização de profissionais dos diversos ramos da cultura - do design ao artesanato, passando por games, cinema, novelas e música -, além da criação de linhas de crédito e da discussão sobre propriedade intelectual. Também está em análise o reconhecimento de novas profissões, para permitir acesso a financiamento, Previdência e emissão de notas fiscais. O próprio governo admite que há poucas estatísticas sobre a economia criativa, e boa parte do mercado é informal. Segundo Luiz Barreto, presidente do Sebrae Nacional, que ajuda o governo a mapear o setor, 90% dos empreendedores são de micro e pequeno porte...

...Os países ricos, que começaram a adotar programas semelhantes há uma década, detêm 90% do mercado mundial de audiovisual e música, 80% do mercado editorial e imprensa e 75% do de artes visuais. O programa do governo quer usar a cultura como alavanca para o crescimento, a geração e distribuição de renda e a inclusão social. - Conheço muita gente boa que passa a vida esperando um convite ou um edital para trabalhar. Muita gente está informal nesse mercado. Falta informação. Estamos fazendo um grande mapeamento de todos os elos da cadeia. Acho que dá para, no mínimo, dobrar a participação do setor no PIB - disse a ministra, que reconhece o atraso do Brasil nessa corrida. - Estamos estudando os entraves....

...Medidas em estudo pelo governo:

• Desoneração tributária de insumos para a indústria criativa;
• Linhas de crédito específicas para as atividades criativas:
• Treinamento e qualificação profissional
• Revisão da classificação de profissões para garantir a todos os empreendedores e artistas acesso a empréstimos, formalização e previdência;
• Formalização dos micro e pequenos empreendedores;
• Mudanças no marco legal para torná-lo mais eficiente e estimular o setor;
• Instalação do Criativa Birô para captar informações sobre a economia criativa nas principais cidades do país;
• Análise da legislação trabalhista à luz das especificidades da indústria criativa, tais como as novas profissões, a sazonalidade do setor e a diversidade da cultura brasileira;
• Simplificação da legislação;
• Fornecimento de informações jurídicas, de gestão e administração de negócios;
• Adequação das regras do Supersimples para facilitar a formalização dos empreendedores;
• Foco nos empreendedores e empresas de menor porte.

Fonte: FIRJAN


Secultfor divulga lista de livros selecionados

Essa é para os fãs do Condomínio dos Monstros. A comissão avaliadora do Programa Mais Cultura, um convênio da Secretaria de Cultura de Fortaleza e o MINC, selecionou o livro para compor o acervo do programa, que contempla 3 projetos distintos: A modernização do acervo das Bibliotecas Públicas Municipais, a aquisição do acervo básico de duas bibliotecas a serem construídas e a implementação do projeto Agentes de Leitura Fortaleza.

Estou muito feliz em saber que os monstrinhos invadirão essa bela cidade nordestina. Êba!