SESI-SP - Literatura Viva


Na semana que vem darei um pulo em São Paulo para o Programa Literatura Viva do SESI-SP. Me aguarde nas escolas do Ipiranga, Vila das Mercês e Belenzinho.

Dia 3 - 10-11h - SESI Ipiranga
Dia 4 - 10-11h - SESI Vila das Mercês
Dia 5 - 15-16h - SESI Belenzinho (Catumbi)

"Fala, Autor!" no SESC Três Rios

Entre os diversos projetos de livro e leitura do SESC Rio, existe um chamado Fala Autor!, que consiste em encontros de alunos de escolas municipais com autores para um bate-papo e uma oficina de desenvolvimento literário.

Fui convidado pelo SESC Três Rios para um desses eventos e estive, na última quarta-feira (27/03) na Escola Municipal Juventino Motta Moraes para conversar com a criançada. Foram dois encontros. O primeiro na parte da manhã e o segundo à tarde.

Agradeço ao Paulo e à Raquel pela oportunidade de estar com essa meninada esperta e participativa. Foi muito legal.

































Meus livros em destaque na Biblioteca do SESC Três Rios.


Abril é o mês do livro no Contos, cantos e encantos

A escritora e jornalista Alessandra Pontes Roscoe coordena uma série de ações de leitura ligadas à celebração do mês de abril como mês do livro em parceria com o canal infantil da EBC. Uma das ações é a publicação de fotos de crianças lendo no espaço Galeria Crianças e Livros do seu blog, Contos, cantos e encantos, e no blog e site da EBC. Quem quiser pode participar! Na última terça, dia 26, ela colocou uma foto minha, de 1979 (!), e outra dos meus filhos. Muito bacana essa iniciativa!


Ah! E querem saber porque abril é considerado o mês do livro? Com a palavra, Alessandra Pontes Roscoe:

Abril é considerado o mês do livro por ter datas importantes para a Literatura: No dia 02/04 é celebrado no mundo todo o Dia Internacional do Livro Infantil. A data foi escolhida no dia de nascimento de um dos maiores escritores de contos infantis: o dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de clássicos como Patinho feio, O soldadinho de chumbo, A pequena sereia, A roupa nova do rei e tantos outras histórias. O dia é comemorado em mais de 60 países como forma de incentivar, principalmente nas crianças, o gosto pela leitura. No dia 15/04 é comemorado o Dia do Desenhista. Nós que amamos livros para crianças sabemos a importância que tem esse profissional, afinal as ilustrações são fundamentais nos livros infantis e muitas vezes a narrativa até dispensa as palavras. No dia 18/04, o Brasil comemora o Dia Nacional do Livro Infantil e escolheu este dia por ser a data de nascimento de um dos nossos ícones da literatura infantil: Monteiro Lobato. Finalmente, no dia 23/04, celebra-se o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. E já no primeiro dia de Maio, além do Dia do Trabalho, comemora-se também o Dia da Literatura Brasileira.
(copiado do blog Cantos, contos e encantos)

Dois livros novos

Chegaram! E estão lindos! Não sei se acontece com todos, mas fico na expectativa como se fosse o livro de estreia. Agora não consigo parar de pegar, cheirar, ler, admirar as ilustras... O que antes era pdf agora é real. Livro de carne e osso, ou papel e tinta, bem nas minhas mãos. Obrigado Baobá, RHJ, Cris Alhadeff, Sandra Beatriz Lavandeira, Mário Silva, Zoé Rios e companheiros de aventura. Os livros nasceram bonitos. Agora são do mundo. Certamente terão um futuro brilhante pela frente. Para vocês, O porteiro do Condomínio dos Monstros e Em cena: O julgamento do Chocolate!


O Porteiro do Condomínio dos Monstros


Editora: Baobá/RHJ
Categoria: Infantojuvenil
ISBN: 978-85-66653-14-4
1ª edição: 2013
Encadernação: Grampo
Formato: 20 x 26 | 36 páginas
Ilustrações: Cris Alhadeff

• Selecionado para compor o Catálogo Literário "Autorias da Diversidade" do Governo do Estado de Minas Gerais.

Zé Chico é o novo porteiro de um estranho prédio que fica na Rua Mortinho da Silva, n. 13. Seus moradores, entre eles o conde estrangeiro do 501, o pesado cientista do 502, a gentil senhora do 401 e o peludão do 302, têm manias muito esquisitas. 

E que carros diferentes são esses estacionados na garagem? 

Acompanhe o trabalho do novo empregado do Condomínio dos Monstros e descubra o que se esconde em cada apartamento. E aí? Você tem coragem? Então abra a primeira página.

Em cena: O julgamento do Chocolate


Editora: Baobá/RHJ
Categoria: Teatro - Infantojuvenil
ISBN: 978-85-66653-13-7
1ª edição: 2013
Encadernação: Grampo
Formato: 18 x 23 | 32 páginas
Ilustrações: Sandra Lavandeira

O Chocolate é culpado ou inocente de crimes contra a saúde das crianças? Qual a decisão do juiz Feijão-Preto na ação movida por frutas, verduras e legumes?

Em cena: O julgamento do Chocolate, escrito para o teatro, discursa sobre aos valores dos alimentos e a importância da higiene bucal em diálogos recheados de humor e suspense.

Vídeo da minha entrevista para o ABZ do Ziraldo

Entrevista para o ABZ do Ziraldo

Minha entrevista para o Ziraldo irá ao ar no domingo que vem (17/03), ao meio dia, pela TV Brasil. 

Quem conta um conto

Olha que legal. Ontem fui convidado pela galera da AEILIJ de São Paulo para participar do quadro "Quem conta um conto", que é publicado mensalmente no blog AEILIJ Paulista. 

Enviei um texto meu, um tantinho macabro, intitulado Papa-defunto. Quem quiser ler está em
http://www.aeilijpaulista.blogspot.com.br/2013/03/quem-conta-um-conto-dessa-vez-e-o-alex.html.

Adorei a experiência e gostei mais ainda da repercussão que o conto teve, com recados de tanta gente que admiro. 

A autora e amiga Márcia Széliga sugeriu que eu escrevesse uma série de contos com os personagens, onde eu retratasse cenas do cotidiano. Cheguei a pensar em algumas frases:
“Você pode peloamordedeus mudar o canal da TV?”
“Ouvi muito bem o que a sirigaita com o machado na cabeça te disse!” 

Há! Quem sabe ainda nesse ano?

Sobrecapa Literal - Mar/2013


A edição 25 do Sobrecapa Literal está no ar. Uma nova edição e a última no formato tablóide. A partir do mês que vem, as notícias serão somente publicadas no blog
http://sobrecapaliteral.wordpress.com.

Os convidados do mês da minha coluna, Espaço LIJ, são os queridos amigos Guto Lins e Thais Linhares. Salve simpatia!

Em pdf para download:
http://www.sobrecapaliteral.com.br/doc/SobrecapaLiteralEd25.pdf


Convidados do Espaço LIJ na últimas edições:
Guto Lins e Thais Linhares (mar/13)
Stella Maris Rezende e Janaina Tokitaka (fev/13)
Ziraldo e Mauricio Veneza (jan/13)
Sandra Pina, Taline Schubach e Cristina Villaça (dez/12)
Andre Neves e Nireuda Longobardi (nov/12)
Leo Cunha e Sandro Dinarte (out/12)
Rosana Rios e Cris Alhadeff (set/12)
Angela Lago e Bruna Assis Brasil (ago/12)
Luiz Antonio Aguiar e Romont Willy (jul/12)

Vídeo da entrevista da Cris Alhadeff para o ABZ do Ziraldo


Cris no ABZ do Ziraldo, TV Brasil, em 03/03/2013.

Cris Alhadeff no ABZ do Ziraldo

NÃO PERCA! AMANHÃ NO ABZ DO ZIRALDO:
Ziraldo entrevista a ilustradora Cris Alhadeff. Meio-dia, na TV Brasil.


Espaço LIJ - Março de 2013

Que calor é esse? Dá uma vontade de deitar no ar-condicionado e ler a pilha de livros que eu tenho na mesinha de cabeceira. Por outro lado, preciso escrever e arrumar a casa.

Tem gente que diz que o ano começa em março, depois do Carnaval. Se pensarmos que antigamente o calendário romano era composto de 10 meses, sendo março o primeiro mês, até que estão certos. Mas daí veio o calendário gregoriano que acrescentou mais dois meses no final, transferindo-os depois para o começo do ano.

E nesses dois primeiros meses dá para fazer muita coisa. Quem cochilou pode ter perdido grandes oportunidades. Então larguemos a preguiça de lado e vamos à luta!

Os convidados do mês são Guto Lins e Thais Linhares. Uhuuu!


ILUSTRA com Thais Linhares

A Thais é uma autora super antenada com tudo o que acontece no mercado literário. Recentemente postou um vídeo no seu blog, intitulado “Quanto custa uma ilustração? - parte 1”
(http://thaislinhares.blogspot.com.br/2012/12/quanto-custa-uma-ilustracao-video.html), onde explica os direitos do ilustrador, entre outros assuntos. O vídeo já conta com mais de onze mil acessos!

As imagens abaixo são etapas do processo de criação de um projeto pessoal da autora com o nome provisório A Trilha Monstruosa.

  
Em LIJ, além das dezenas de livros como ilustradora, sendo o primeiro “O Tesouro das Virtudes para Crianças”, da Ana Maria Machado, pela editora Nova Fronteira, Thais tem cinco livros como escritora. Este ano foi selecionada para o Dicionário de Ilustradores Iberoamericanos da SM.

Thais, explique para a gente a técnica utilizada.
Rabisco tudo no lápis, só para ter ideia da composição. Na mesa de luz traço em nanquim (caneta descartável, 0.4, 0.3, 0.2). Daí vou detalhando os sombreados. Originalmente é para ser p&b, mas se eu achar necessário jogo a cor, no caso colorindo digitalmente, visto que o papel que usei não suportaria a tinta. Entretanto  e já fiz isto, posso aquarelar se sobrepor o original com um papel apropriado na mesa de luz. Eu pinto as cores no papel Canson usando o traço apenas como guia. Depois escaneio as aquarelas e sobreponho o arquivo das cores ao do traço usando o recurso de "camadas" no programa de edição de imagem. Fica super bacana, pois o traço fica só na camada do preto (na separação CMYK) e as cores (magenta, azul e amarelo) não interferem nas linhas, evitando aquele "borrão"quase imperceptível mas que tira a qualidade das cores na hora da impressão no papel.




LIVROS E AUTORES REJEITADOS

Li dois artigos muito interessantes nessa semana. O primeiro cita os motivos de grandes clássicos da literatura terem sido rejeitados por editoras. Entre eles, um que todos conhecem: “Harry Potter e a pedra filosofal”.

A hoje milionária J. K. Rowling já comeu o pão que o chifrudo amassou. Para terem uma ideia, a moça não tinha dinheiro nem para xerocar o primeiro livro da série e precisou bater cada cópia na máquina de escrever. Mermão! O livro tem 320 páginas! Já pensaram o que é isso? Taí uma autora que merece todo o sucesso que tem. E o tempo gasto em cada cópia foi literalmente jogado fora, pois o destino do calhamaço era inevitavelmente a lixeira. O motivo? Os editores o consideravam longo demais para uma história infantil. Há!

Bem, Rowling decidiu contratar um agente literário que, de cara, descartou a obra pelo mesmo problema. Mas quando a assistente deste estava levando o livro para o lixo, notou uma ilustração da autora e resolveu interceder por Hogwarts. O agente então enviou a obra para um editor amigo que resolveu mostrá-la para sua filha de 8 anos. A menina o devorou em poucas horas e voltou pedindo mais. Todos sabemos o que aconteceu depois.

“A revolução dos bichos”, de George Orwell, também levou cartão vermelho em várias editoras, mas o motivo era mais bizarro. Não havia um editor que tivesse coragem de publicar um livro que criticava a revolução russa numa época em que Stalin era aliado contra os nazistas. E olha que Orwell não era um desconhecido qualquer. O livro foi finalmente publicado em 1945, depois do final da Segunda Guerra Mundial, quando ninguém mais se preocupava com a opinião de Stalin, o porco Napoleão da fazenda dos bichos.

Outro livro rejeitado foi ” And to Think That I Saw It on Mulberry Street”, primeira obra de Dr. Seuss – o mesmo autor de “Norton e o mundo dos Quem”, “O gato da cartola”, “Como o Grinch roubou o Natal”, “Lorax” e mais um monte. Seu livro de estreia foi rejeitado nada menos do que 27 vezes antes de ser publicado! Faz qualquer um pensar em desistir e aprender a cozinhar ou a tocar piano, não é? O motivo? Os editores consideravam o texto muito bobo e diferente. Não entendiam que bichos eram aqueles ilustrados ali. Por que tanta rima? Hoje Dr. Seuss é uma referência na LIJ norte-americana e tem mais de 200 milhões de livros vendidos.

Eu também já tive livros rejeitados, quem não os tem? O “Condomínio dos Monstros”, publicado em 2010 pela RHJ, havia sido negado por pelo menos 6 editoras antes de virar livro. Hoje suas vendas já ultrapassaram as 200 mil cópias.

O segundo artigo lido traz uma lista criada pelo editor argentino Mario Muchnik com 10 atitudes de escritores que um editor não suporta. São elas:

01)    Escritor que não admite que um editor mexa em uma vírgula do texto.
02)    Escritor que impõe sua ideia de capa.
03)    Escritor estrangeiro que encrenca com a tradução, mesmo sem saber uma palavra do idioma para o qual o livro foi traduzido.
04)    Escritor que entrega o texto precisando de urgentes revisões e, quando o editor as faz, leva o livro para outro editor.
05)    Escritor que entrega vários livros por ano, e que exige que o editor os publique rapidamente.
06)    Escritor que entrega o texto e depois desaparece, deixando que o editor se vire com as possíveis dúvidas que surgirem com a leitura.
07)    Escritor que liga uma ou mais vezes por dia para saber como anda a publicação.
08)    Escritor que indica textos de amigos, muitas vezes de qualidade duvidosa.
09)    Escritor que vive alterando a versão final do texto, assim atrasando toda a produção.
10)    Escritor que considera os editores mercenários e não artesãos, e que acredita que os editores vivem às custas dos autores.

Fonte: 



  
ENTREVISTA FOGUETE com Guto Lins

Quantos livros publicados?
Tenho 39 títulos (2 teóricos), alguns reeditados. No total 48 edições. Todos como autor de texto e imagem. Perdi a conta daqueles que sou somente autor das imagens.

Três livros seus para quem não te conhece?
Vou transgredir e selecionar 4 títulos:
Palavras (Mercuryo Jovem)
Mãe (Globo)
Manual de boas maneiras (Globo)
Túnel do tempo (Dimensão)

Devido à sua formação, o design é uma característica marcante de sua obra.
Em algum momento, no começo da carreira, você se sentiu inibido ou achou que seu texto ficou aquém do que você tinha a oferecer como ilustrador? Você sempre teve vontade de escrever ou essa vontade surgiu depois que começou a ilustrar outros livros?
No meu 3o ano da ESDI, optei por fazer um livro infantil como projeto. "Ganhei" um texto de Silvia Orthof e trabalhei nele durante o semestre. Ela curtiu, me indicou e no ano seguinte nascia DUMONZITO (Ao Livro Técnico). De la pra cá (1984) segui traduzindo textos diversos até gostar de um meu. QUAL É A COR (saiu pela Ao Livro Técnico em 90 e dois anos atras pela Mercuryo). De qq forma, sendo texto meu ou não, cada texto é um marco zero e pede uma linguagem especifica.

"Todo dia é dia de design" é um texto seu que mostra que o design está em tudo o que nos cerca. Também de sua autoria, o "Livro Infantil? Projeto gráfico, metodologia e subjetividade" aborda aspectos da produção de livros infantis sob a ótica do design gráfico. Como autor e designer, qual sua opinião sobre o objeto livro e seus formatos seculares achatados, de clássicas quatro pontas? A evolução do papel para o digital é bem-vinda? A possibilidade de trabalhar em 3D, ou acrescentar som e movimento à imagem é mais esperada pelo escritor ou pelo designer Guto Lins? 
Além de minha pratica no mercado, sou professor universitário e participo direta ou indiretamente de projetos e pesquisas diversos. Para mim o grande barato é a história, a narrativa, e ela também pode ser contada em formatos e para públicos diversos. O bom contador da piada descobre o ritmo e o vocabulário mais adequados para que o público (seja qual for) ao final ria da piada. O cinema não matou o teatro, a TV não matou o cinema. Hoje, em uma faculdade de música vc encontrará alunos tocando pro-tools lado a lado com outros tocando oboé. Tudo ao mesmo tempo.

Em uma excelente entrevista sua para Marcus Tavares, publicada no Rio Mídia (http://portalmultirio.rio.rj.gov.br/portal/riomidia/rm_entrevista_conteudo.asp?idioma=1&idMenu=4&label=&v_nome_area=Entrevistas&v_id_conteudo=64560), você afirma que a literatura infantil está se didatizando porque a escola passou a ser o grande comprador. Na Inglaterra, o McDonald's vai substituir os brinquedos do Mc Lanche Feliz por livros, e, com isso, a rede de fast food vai se tornar o maior distribuidor de livros infantis do Reino Unido, distribuindo cerca de 15 milhões de unidades nos próximos dois anos. Você acredita que com a ajuda da iniciativa privada, podemos "desdidatizar" a literatura infantil? Que outras alternativas temos?
A compra 'chapa branca' virou a alternativa econômica no nosso país continental. Sem filtro.
Uma tiragem de 3.000 exemplares pode durar anos para escoar e vários dos profissionais envolvidos ganham percentuais. Na 1a edição autor ganha 10%, o editor também por aí. Gasta-se uns 30% com produção e 50% fica com o dono da Kombi. O distribuidor que estoca e gerencia.
Os planos de governo comprar em larga escala (10.000, 30.000) numa tacada só. Eles gerenciam o estoque. Obviamente os preços são diferenciados (toda a matemática muda) mas a compra é contra entrega. Pa-pum.
A participação da sociedade é fundamental, seja através de campanhas publicitárias ou humanitárias. O problema sempre é a seleção. Como fazê-la isenta, criteriosa, apolítica, mirando na diversidade e na qualidade?
A questão é que industrialmente falando, o livro, como qualquer produto industrializado  tende a diminuir o valor unitário, quando produzido em larga escala e tendo um retorno mais planificável.


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Este Espaço LIJ foi publicado em seção própria no jornal digital Sobrecapa Literal nº 25Acesse www.sobrecapaliteral.com.br para fazer o download da publicação inteira em formato tabloide.