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quarta-feira, 8 de maio de 2024

Entrevista para a Rádio Companhia

Entrevista que eu dei para a Rádio Companhia sobre o livro Procura-se o Curupira. Aliás, somos três os entrevistados: Silvana Rando, Milton Célio O. Filho e eu. Minha fala começa em 18:35.

https://pt.player.fm/series/rdio-companhia/entre-livros-e-leituras-no-pnld-anos-iniciais-008-salvos-curupira-e-o-caso-do-grande-roubo?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTAAAR2KSmnCsXvF2GBqLnoMati9jVjN2rxeH-2a8cntbT2JTHUVmFzPkOy0qUo_aem_AvouzyOJtiIFYXCRukuKXw

"Entre seus títulos estão a trilogia que mistura investigação e folclore: Quem matou o Saci?, Procura-se o Curupira e Iara sob suspeita".

"Ele (Procura-se o Curupira) tem uma estrutura narrativa que prende os leitores desde a primeira página." (Rafaela Deiab - Editora de Educação)

quinta-feira, 16 de março de 2023

Entrevista sobre O Rupestre na Rádio MEC



Entrevista e matéria sobre o livro: O Rupestre

Arte rupestre inspira livro infantojuvenil brasileiro.

O Rupestre transforma desenhos das cavernas em minicontos.

15//03/2023

O especialista em literatura infantil e juvenil Alexandre de Castro Gomes apresenta, no livro O Rupestre (Ed. Globo) vários minicontos baseados em desenhos feitos há milhares de anos, encontrados no território que hoje chamamos de Brasil.

Em entrevista ao programa Arte Clube, Alexandre conta como foram as inspirações, as pesquisas e de que forma professores e pedagogos podem apresentar o livro aos alunos a partir de 8 anos. Ele propõe um jogo de interpretação de imagens.

“O Rupestre nasceu de uma imagem. Li em algum lugar que aquilo era o beijo mais antigo do mundo. Pelo menos, o registro de um beijo mais antigo do mundo. Afinal, uma imagem de mais de 12 mil anos. Ela está localizada na Serra da Capivara, no interior do Piauí. Fiquei pensando o porquê do registro. E aí minha imaginação voou longe. Mesmo em época inóspita, quando o homem precisava lutar contra a natureza, há um registro do amor. Aquelas pessoas, apesar das diferenças, viviam, de certa forma, coisas parecidas com a gente. E aí comecei a brincar com as imagens”, explica o autor.

Em seus livros, Alexandre Castro sempre inclui elementos brasileiros. Para escrever O Rupestre, ele mergulhou em uma pesquisa sobre as pinturas rupestres encontradas no território brasileiro.

Novas possibilidades:

O livro, com os minicontos e as ilustrações com reproduções das pinturas rupestres é uma boa ferramenta para os professores e pedagogos que atuam com crianças a partir de 8 anos. O leitor vai conhecer, como se fossem notícias de jornal, histórias que poderiam ter acontecido no espaço que hoje chamamos de Brasil, milhares de anos atrás.

Além disso, Alexandre Castro Gomes propõe um jogo, a partir das imagens que ilustram cada miniconto. O conjunto de imagens pode ir além da leitura ficcional feita por ele ao escrever o livro. A partir de uma proposta livre do professor, por exemplo, as leituras podem ser refeitas. E aí, bem, já é outra história.

“Ao propor a possibilidade desse jogo literário, espero que alunos e professores se divirtam e se sintam satisfeitos com o resultado. Com aprendizados de um lado e de outro”, comenta com entusiasmo.

Guatá / Fonte: Agência Brasil /Arte Clube



quinta-feira, 29 de abril de 2021

Entrevista para o FIL

Dificuldades de publicação dos novos autores, monstros mais terríveis da LIJ, como ampliar o interesse pela leitura... Tudo isso me foi perguntado pela equipe maravilhosa do FiL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens. Segue a rápida entrevista!

https://youtu.be/rJgm5Gb1iis


sexta-feira, 16 de abril de 2021

Entrevista para o programa Rádio Animada da Rádio MEC

Entrevista que dei para o programa Rádio Animada da rádio MEC. Entendi que vai ao ar no dia 18 de abril, Dia Nacional do Livro Infantil. Mas já dá para ouvir o papo nesse link.

O autor e pesquisador Alexandre de Castro Gomes falou ao programa sobre as principais referências da literatura infantil no Brasil e sobre seus livros para crianças e adolescentes.

https://radios.ebc.com.br/radio-animada/2021/04/radio-animada-traz-materia-especial-sobre-o-dia-nacional-do-livro-infantil



sexta-feira, 19 de março de 2021

FIL 2021

Está chegando o FIL 2021!

O 18º FESTIVAL INTERNACIONAL INTERCÂMBIO DE LINGUAGENS começa amanhã e segue até o dia 28 de março. O evento, capitaneado pela queridíssima Karen Acioly, terá espetáculos, historietas musicadas e encontros de saberes imperdíveis. Tudo gratuito. Tudo lindo.

No site do evento tem ainda exposições virtuais, entrevistas e um monte de coisa bacana. Dê um pulo lá!

Segue abaixo uma pequena e ultra rápida entrevista minha. Participarei também da mesa "Monstros, medos e outras criaturas", no dia 26 de março, junto com Regina Michelli, pós-doutora em Letras Clássicas e Vernáculas pela USP, Felipe Campos, mestre em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela UERJ, e Luisa B., mestranda em Letras Vernáculas - Literatura Brasileira pela UFRJ.

Entrevista: Alex Gomes nos conta sobre a sua trajetória na literatura
https://www.fil.art.br/post/alex-gomes-conta-sobre-a-sua-trajet%C3%B3ria-na-literatura?fbclid=IwAR3-XJMraZEDAKaEuuRUQKyckH-Iio6pFSJn-NT7gTmiNHP-lJLH0NcXzl8



segunda-feira, 23 de março de 2020

Como eu escrevo 2

Há dois anos eu dei uma entrevista para o José Nunes, criador da página Como eu escrevo. No mês passado, ele me enviou novas perguntas. Ontem recebi um e-mail dele comunicando que as novas respostas foram incluídas ao final da minha entrevista já publicada. Segue o link.


As novas perguntas começam depois da foto da minha mesa. Leia e descubra se acho mais difícil escrever a primeira ou a última frase de um texto. O que me motiva. Como encontrei meu estilo próprio. Que autores me influenciaram. Três livros que recomendo...

quinta-feira, 21 de março de 2019

Entrevista para um site espanhol

Saiu a minha primeira entrevista para um site espanhol!

As entrevistas com autores de livros indicados pela Libreria Cazarabet são replicadas em vários portais espanhóis e europeus. Só agora soube que nossa entrevista saiu em janeiro. Tanto a minha quanto a de outros autores de lá (Jordi Sierra i Fabra, Pau Faner, Ignasi Llorente, Vicent Borràs, mais alguns).

A minha entrevista girou em torno de El libro que lee a personas, que lancei aqui com a Cortez e lá com a Octaedro. A entrevista foi feita pela simpática jornalista Sussana Anglés Querol.

Infelizmente, não sei porquê, não consegui acessar o site deles. Parece que há algum problema de conexão dos servidores de lá com o Brasil. Mas o Google me deu a imagem do cache do site e é ela que mostro aqui.

Como sei que a imagem não está em alta, aproveito para deixar a entrevista em extenso abaixo. Pra não ficar longo demais, tirei a parte em que eles apresentam a Cris e eu. Isso pode ser lido no nosso site mesmo. 
Enjoy!


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Cazarabet conversa con... Alexandre de Castro Gomes, autor de “El libro que lee a las personas” (Octaedro)

Un cuento infantil pensado y desarrollado desde la pluma de Alexandre de Castro Gomes y con ilustraciones de Cris Alhadeff. Se encuentra, este cuento perfectamente legible por lectores y lectoras no infantiles por Octaedro.

La historia. De qué va…
En lugar de ser leído, un libro viejo y roto aprende a leer a personas, en una extraña inversión de papeles. Después de ser colocado lejos del alcance de los lectores, en lo alto de un estante, traba amistad con otro libro antiguo que le enseña a entender la diversidad y la riqueza de la vida humana al observar a los usuarios de una biblioteca. Juntos buscan pistas y descubren historias y personajes de la vida real increíbles.

Cazarabet conversa con Alexandre de Castro Gomes:

-El libro casi siempre retrata quien lee tanto, o más, que el que lo escribe. ¿Está usted de acuerdo con esta afirmación?

- Si estoy de acuerdo. Se dice que la historia deja de ser del autor en el momento en que se muestra al mundo. Cada lector reacciona de una forma diferente a la que se muestra en el texto. Cada uno compara esas experiencias con las propias experiencias vividas. Sentimientos como rabia y tristeza pueden ser más intensos para unos que para otros y el amor es diferente para todos. Tiene aquellos que lo reconocen, pues ya vivieron muchos amores. Tiene los que nunca lo han sentido profundamente. Algunos saborean la aventura, el misterio. Otros se agonizan con el misterio. Algunos lectores se emocionan más con ciertos fragmentos de los libros. Otros son impasibles. Una vez leí un libro para un grupo de niños de una escuela. Había allí un niño que me oyó quieto. No hizo preguntas. No parecía interesado. Al final de la visita, él vino a mí y me dijo que era el mejor libro que él conoció. Que se acordaría de aquella historia para siempre. Y yo pensé que no le había gustado!
Vale decir también que hay un poco del autor esparcido en cada personaje. Un poco de lo que él ya vio y vivió. Todos son él y, por eso, ninguno es él. Por otro lado, el lector tiende a torcer para el personaje con quien se identifica más.

-Escribir un libro ilustrado, normalmente, pero no siempre, es hacerlo a cuatro manos, las del escritor y las del ilustrador. 
¿Cómo fue el proceso en "El libro que lee gente"?

- No sé si ustedes saben, pero yo estoy casado con la ilustradora Cris Alhadeff, que fue quien ilustró "El libro que lee a personas". Este no es nuestro primer libro juntos, ya publicamos alrededor de 10 libros en sociedad. En el caso de este libro, antes creé el texto y ofrecí a la editorial. A ellos les gustó y me preguntaron si había algún ilustrador con quien quería trabajar. Escogí a Cris, por motivos obvios: Soy fan de los rasgos de ella desde el comienzo del noviazgo y el dinero ayudaría a pagar las cuentas aquí de casa. Ellos ya conocían el trabajo de Cris y aprobaron la elección de la ilustradora. La primera cosa que hizo fue buscar portadas antiguas de libros y las guardas (detrás de las portadas) de viejas encuadernaciones francesas, que tenían un estilo muy propio. Al final, el protagonista era un libro antiguo, no podemos olvidar. Después vinieron los estudios de personajes, cuando se definió que los rostros quedarían en los lomos, en vez de en las capas, pues así podrían ver lo que sucedía en la biblioteca, incluso guardados en las estanterías. El resto fueron estudios de colores, recortes, fuentes y uso de pequeños adornos, como el gato con el cuerpo letrado.
A pesar de casados, procuro no interferir en el trabajo de Cris o de ningún otro ilustrador. Sólo hablo algo cuando piden mi opinión. Creo que, al igual que no interfieren en el texto, intento interferir lo menos posible en las ilustraciones. Además, sólo apruebo alianzas con ilustradores en quienes confío y cuyo trabajo admiro. Entonces nada mejor que dejarlos a voluntad, ¿no?

-Cada libro trae uno o más mensajes implícitos que se inserta intencionalmente. ¿Es posible que el lector identifique mensajes que no fueron intencionales?

- Yo diría que casi todos mis mensajes son intencionales. No todas son claras, algunas son muy sutiles, pero si están allí es porque yo quise que estuvieran. Yo dije "casi", porque inevitablemente uno u otro lector encontrará referencias de su propia vida que yo no había imaginado mientras escribía la historia. El análisis literario depende del analista. Diré un ejemplo que he escuchado sobre "El libro que lee a personas". Durante una conversación en una escuela, un niño observó que los libros cochinaban de día porque son viejos. Ella dijo que era igual a su padre el fin de semana. Me pareció interesante, pero mi intención fue sólo mostrar que los libros no tenían nada que hacer en ese horario. El niño relacionó al padre, porque ese era el mundo de ella. Es un mensaje que no había pensado.
Por otro lado, hay también pequeños mensajes que, aunque disfrazados, fueron intencionales. Por ejemplo, uno de los personajes investiga la desaparición del teléfono celular de la abuela. Era la dentadura en la primera versión. Se volvió un móvil para mostrar que los mayores también pueden acompañar la tecnología y que los abuelos no necesitan quedarse atrapados en los clichés.

-Creemos que libros como "El libro que lee a la gente" se dirige principalmente a los niños. ¿Crees que los adultos también pueden aprender de ellos?

- Parafraseando a don Quijote, "No hay libro tan mal que no tenga algo bueno”. El libro, cuando es bueno, debe ser leído por niños de todas las edades. No importa si tiene 8 o 88 años. Una buena historia es capaz de involucrar a toda una familia y de plantear cuestionamientos que pueden quedarse por muchos años en las cabezas de las personas. ¿Quién no recuerda que "usted es responsable de todo aquello que cae"?
Una pregunta que semesto en mis conferencias es sobre los cinco libros más importantes en la vida de cada uno. Casi todos mencionan al menos un libro de literatura infantil o juvenil. Es decir, incluso después de años de leído, muchos todavía consideran un libro infantil como una aventura memorable o incluso una lección valiosa de vida.
En términos más prácticos, en 2015, la 4ª edición de la investigación Retratos de la Lectura en Brasil apuntó que el 44% de la población no lee y que el 30% de la población nunca compró un libro. Estos adultos seguramente tendrían mucho que aprender con los libros de literatura infantil y juvenil, ni que sea para servir de puerta de entrada a la literatura producida para los adultos.

-Los libros que tenemos en casa, nuestras propias bibliotecas, cuentan historias únicas y particulares?

- ¡Pero es claro! Cuentan no sólo nuestra historia, como la historia de la familia, ya que muchos libros son heredados de padres y abuelos. Nuestras estanterías nos denuncian. Tengo aquí en casa el estante de biografías de rock. La serie del Mochilero de las Galaxias. Todo de Harry Potter. Mis colecciones de Asterix, Tintín y Mortadelo y Salaminho. Varios estantes de libros literatura infantil y juvenil, gran parte autografiada, incluyendo raridades que garimpei a dedo. Libros técnicos sobre literatura. Algunos volúmenes de mi época como abogado. Pocket-libros de bang-bang. La colección de libros juveniles Vaga-lume, de las décadas de 70 y 80. HQs de héroes de Marvel. Y en el caso de que se trate de una persona,
Eso sin contar los libros que ganamos de presente de nuestros amores. Cónyuge, padres, hijos, profesores, amigos ...
¿No tiene esa frase "Eres lo que comes? Añada también: "Usted es lo que usted lee"! Después de todo, construimos nuestra personalidad a través de nuestras experiencias y leer también es experimentar.

-La verdad es que cada uno podría componer una historia a partir de los libros que habitan sus estantes. ¿Está usted de acuerdo con eso?

- Sí. Basta trabajar sobre el personaje que creamos basado en los libros de la pregunta arriba. Vamos a ver. Un joven, lector de cómics y amante del rock, de misterios y de cienciaficción, se forma en Derecho en la facultad y abandona la carrera para dedicarse a escribir literatura infantil y juvenil, donde él hace otros amigos autores, que autografian sus libros para ella. Entre las cosas que el personaje le gusta, están libros y películas de oeste, habiendo heredado ese gusto del padre, y de frecuentar sebos detrás de libros que estén fuera de catálogo. Ah! Este personaje pasó años esperando cada película de Harry Potter llegar al cine y se puso muy molesto con la muerte de Severo Snape.
Tenemos el protagonista. Sabemos lo que le gusta. ¿Vamos a por la historia?

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Cazarabet
c/ Santa Lucía, 53
44564 - Mas de las Matas (Teruel)
Tlfs. 978849970 - 686110069
http://www.cazarabet.com
libreria@cazarabet.com

segunda-feira, 18 de março de 2019

Entrevista para o blog Conta uma História

Saiu a entrevista que dei para a jornalista Rosa Maria Miguel Fontes, do blog Conta uma História.

Nela falo sobre a AEILIJ e apresento alguns dos meus livros.

O Conta uma História é também hospedado dentro do Portal UAI, pertencente ao jornal Estado de Minas.

Espero que gostem!

Olha que trecho bacana que a Rosa Maria escreveu na apresentação:
"É muito bom ter à disposição livros de qualidade promovendo o interesse de crianças pela leitura, mas é preciso saber que por trás de um belo e bom livro existe uma engrenagem de profissionais e instituições para lutar e garantir a melhor literatura infantil e juvenil. Alexandre de Castro Gomes ou simplesmente Alex Gomes é um deles seja como escritor ou presidente da associação de escritores e ilustradores."

O perigo atual vem da censura
18/03/2019

Fonte:
http://contaumahistoria.com.br/2019/03/o-perigo-atual-vem-da-censura/?fbclid=IwAR1--QTSVXnsUym_zp04lYwJ3nU61bVVwn-3W9CmCOFbcMC6iFDfrpB6xgI

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Como eu escrevo

Opa! Saiu a minha entrevista no site "Como eu escrevo"!
Um trabalho muito bacana do José Nunes que conta com a participação de escritores como Laerte, Ricardo Silvestrin, Adriana Lisboa, Leonardo Boff, Antonio Torres, Carola Saavedra, Frei Betto, Heloisa Seixas, Henrique Rodrigues e Rosa Amanda Strausz, entre outros.

Fonte:
https://comoeuescrevo.com/alexandre-de-castro-gomes/

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Vídeo da entrevista para a Rádio Espaçonave Mirim

Tem uns tremeliques, piada do Jujuba, um cegueta aqui com os óculos errados... Mas ficou bacana.
Seguem trechos da minha entrevista sobre o livro "Quem matou o Saci?" (da Editora Escarlate, com ilustrações de Cris Alhadeff) para a Rádio Espaçonave Mirim (um programa da Multirio) na Escola Municipal Friedenreich, do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Simone Magno entrevista o 6º presidente da AEILIJ, Alexandre de Castro Gomes

A autora, jornalista e blogueira Simone Magno realizou uma série de entrevistas com os presidentes da AEILIJ. O quinto a responder foi Alexandre de Castro Gomes, que presidiu a Associação entre 2015-2017 e foi reeleito para a gestão 2017-2019. Confira no link!

sábado, 7 de outubro de 2017

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Entrevista para o programa Hora do ENEM, da TV Escola

A entrevista com o Land, gravada no dia 06/09, foi ao ar em 20/09/17.
Falamos sobre livros e leitura, sobre a troca de profissões e mais alguma coisa.
Adorei tudo. O pessoal da Roquette Pinto foi muito atencioso.
O vídeo é o trecho em que apareço no episódio 243.
Quem quiser assistir ao episódio inteiro, acesse o link:
https://www.youtube.com/watch?v=J03nh7gvKIE









Brincadeira que a produção do programa fez para a divulgação no Twitter.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Entrevista para o Boletim de Leituras

Entrevista que dei para o Boletim Leituras sobre a AEILIJ, associação da qual sou presidente.

Carrossel: E você, já conhece a AEILIJ?
por Luisa Benevides (15/08/2016)

...“Todo projeto que visa espalhar literatura e divulgar o hábito da leitura é sempre bem-vindo e merece muitos aplausos.”...

Fonte: http://www.boletimleituras.com.br/?p=10147

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Entrevista para o Unidiversidade

Entrevista para o programa Unidiversidade do Canal Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 
Fiquei lá atrás, não ouvia o que os colegas diziam e dei uma gaguejada em um momento ou outro. Não sabia se estava falando algo que alguém já disse antes e fui pego de surpresa com perguntas que não tinham a ver com o que havíamos conversado antes da entrevista. A informação que tive era que falaria sobre a AEILIJ e nossa parceria com a FNLIJ. Mas tudo bem. Ficou bacana. Vale assistir.



Entrevista para o Conexão Literatura - pdf

Minha entrevista para a Conexão Literatura começa na página 28.

http://www.fabricadeebooks.com.br/conexao_literatura13.pdf