Solar Literário 2012

Ontem a Cris e eu voltamos de mais um encontro literário com jovens do Solar Meninos de Luz. O papo foi descontraído. Descobrimos um escritor e um ilustrador na turma (além de diversos futuros engenheiros, atriz, modelo, enfermeira, etc.), conversamos sobre o passado e o futuro, demos dicas para publicação e lemos trechos de "O Tesouro do Lagarto de Fogo". Na hora da leitura, os alunos se revesaram, cada um leu uma página. Foi super bacana! 







Com Luis e Émerson, escritores e ilustradores reunidos.



O Solar Literário é o resultado de uma parceria, firmada em 2011, sob a coordenação de Anna Claudia Ramos, entre a Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil e o Solar Meninos de Luz. O evento consiste em uma série de encontros de autores da AEILIJ com crianças e jovens do Solar. Em 2012, a AEILIJ deu continuação à parceria, dessa vez sob a coordenação de Anielizabeth e Sandra Ronca. Os encontros passaram a ocorrer na segunda quarta-feira (às 10hs, para as crianças menores) e última terça feira (às 15:30, para as crianças maiores) de cada mês.

O Solar Meninos de Luz (http://www.meninosdeluz.org.br/) é uma organização civil, filantrópica, em funcionamento desde agosto de 1991. Promove educação formal e complementar em regime integral, cultura, esportes e cuidados básicos de saúde nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

A AEILIJ (http://www.aeilij.org.br/) é a Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil. Tem regionais espalhadas por diversos estados do Brasil e funciona através de ações voluntárias de seus participantes.

O Julgamento do Chocolate no Notre Dame

São imagens como essas que me fazem ter a certeza de que fiz a coisa certa quando, nessa altura da vida, e apesar do pouco retorno financeiro, resolvi encarar o mercado literário, sem ajuda, e investi meu tempo em escrever para crianças. Isso não tem preço.

Recebi um e-mail com o link para uma postagem do Colégio Notre Dame do Recreio, no Rio de Janeiro. Segue o texto na íntegra. 

"Na segunda quinzena de agosto aconteceu o lançamento do Projeto: ”O Julgamento do Chocolate” para os estudantes do 3º Ano do Ensino Fundamental I .
No dar início ao projeto foi simulado, em sala de aula, um tribunal de justiça, com todos os elementos envolvidos: Legumes, frutas, salgadinhos….. e o réu Chocolate.
Depois do debate sobre quem é o vilão da alimentação, lemos o livro e chegamos a seguinte conclusão: O grande culpado dessa história é: o excesso!"

Fonte: http://recreio.notredame.org.br/segmento/ensino-fundamental-i/julgamento-do-chocolate-no-3o-ano/

Um beijo para essa garotada esperta e para os professores que participaram do projeto!









Histórias a quatro patas


Editora: FTD
Categoria: Infantojuvenil
A partir do 3º ano
ISBN: 978-85-322-8276-7
1ª edição: 2012
Encadernação: Brochura
Formato: 20 x 27 | 32 páginas
Ilustrações: Jótah

Cinco histórias cheias de humor que sempre terminam em confusão!

A professora Coruja propôs aos seus alunos que fizessem uma redação interessante no estilo tandem, que consiste em um aluno escrever um trecho de uma história e passar para seu parceiro continuar a redação. Ocorre que as duplas são formadas por rato e barata, gato e cachorro, tartaruga e lebre...

"O Lanterna" no G1

"Livros em braile fazem sucesso entre crianças cegas na Bienal do Livro de São Paulo".

Esse é o título da matéria que foi ao ar no Bom Dia São Paulo/G1 nessa semana e que foi filmada no último dia 10, durante o lançamento da Coleção Diferenças pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. O Lanterna está lá. Feliz aqui por levar a leitura à todos. 

http://g1.globo.com/bienal-do-livro/sp/2012/videos/t/todos-os-videos/v/livros-em-braile-fazem-sucesso-entre-criancas-cegas-na-bienal-do-livro-de-sao-paulo/2089986/

Imagens capturadas:



Fotos do lançamento da Coleção Diferenças

Quem foi ontem ao lançamento da Coleção Diferenças, 5 livros com o conceito "Ensinando a respeitar a diversidade", entre eles um meu, O Lanterna, pôde participar de uma festa muito bonita no estande da Fundação Dorina Nowill para Cegos na Bienal Internacional de São Paulo.

Eu não pude ir, mas já soube que meu livro foi lido pela querida amiga, e escritora de mão cheia, Simone Pedersen, e que foi o maior sucesso. As crianças curtiram as histórias, ganharam máscaras e puderam participar de atividade sensorial que estimula a conhecer o sistema de escrita e leitura utilizado pelas pessoas cegas: o Sistema Braille. Com as mãos em uma caixa tátil, os participantes tocaram peças com relevo e tentaram descobrir qual letra corresponde no alfabeto. No estande havia também fones de ouvido, através dos quais podem ser ouvidos audiobooks de títulos da fundação. 

Tem mais. Segundo o site www.dorinanowill.org.br, os professores que visitarem o estande da Fundação Dorina com seus alunos, até o final da bienal, ganharão um livro impresso em tinta e em braille com orientações pedagógicas para auxiliar na sala de aula.

Estavam lá, entre outros, além da Simone, os escritores Manuel Filho e Eliane Martins, que também contaram histórias da coleção.

Estande da Fundação Dorina Nowill para Cegos.
(foto do acervo da Fundação)

O menino de vermelho lê O Lanterna.
(foto de Manuel Filho)

Na parede, o banner da coleção.
(foto de Manuel Filho)

Simone Pedersen conta a história enquanto o ilustrador Danilo Marques faz sua performance.
(foto do acervo da Fundação)

A Coleção Diferenças na prateleira do estande.
(foto de Manuel Filho)

A foto dessa menina com O Lanterna me emocionou.
(foto do acervo da Fundação)

Outro menino com O Lanterna.
(foto do acervo da Fundação)

Quem disse que não tem foto minha na Bienal? Olha eu ali, no livro que o menino está segurando. :-D
(foto do acervo da Bienal do Livro de São Paulo)


(foto do acervo da Fundação)


(foto do acervo da Fundação)


(foto do acervo da Fundação)


(foto do acervo da Fundação)


(foto do acervo da Fundação)


Na 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 9 a 19 de agosto, a Fundação Dorina Nowill para Cegos, lança a Coleção Diferenças, com o conceito “Ensinando a respeitar a diversidade”. São 5 livros infantis impressos em fonte ampliada e braille. O objetivo é estimular a educação inclusiva e abordar cada uma das deficiências: visual, física, auditiva, intelectual e múltipla.

Os autores e ilustradores da coleção, sob a orientação dos profissionais especializados da Fundação Dorina e coordenação do presidente da AEILIJ, Hermes Bernardi Jr., criaram histórias e desenhos que pudessem ser reproduzidos em fonte ampliada, textos em braille e imagens divertidas em relevo, a fim de possibilitar que crianças cegas e com baixa visão leiam o livro em companhia da família e dos colegas de classe, proporcionando uma leitura interessante e prazerosa, com recursos de acessibilidade importantes para a compreensão de pessoas com deficiência visual.

Nos estados do Amapá, Ceará, Maranhã, Pará e Pernambuco, com o patrocínio da Transmissoras Brasileiras de Energia –TBE, a Fundação Dorina distribuirá 3 mil exemplares da Coleção Diferenças para cerca de 600 bibliotecas, escolas, prefeituras, secretarias e ONGs.

Segundo o IBGE, existem no Brasil 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual.

Abraço de Urso, Compreendendo a deficiência visual
De: Cláudia Cotes
Ilustrador: Osnei Roko 
Em uma floresta bem longe daqui, a mamãe ursa esperava seu primeiro filhote e quando ele nasceu, teve uma surpresa: os olhinhos do ursinho eram brancos, porque ele nasceu cego. Quando cresceu, surgiu um problema: como o ursinho poderia fazer para ir para a escola?

Agora é comigo, Compreendendo a deficiência física
De: Manuel Filho
Ilustrador: Fábio Sgroi
Toninho é um garoto esperto, que vive com seus pais, e anda em uma cadeira de rodas. Durante uma aula na escola, surge a questão: o que você vai ser quando crescer?

O lanterna, Compreendendo a deficiência intelectual
De: Alexandre de Castro Gomes 
Ilustrador: J.P. Veiga
Pedrinho tem 13 anos, gosta de assistir esportes na TV e de colecionar carrinhos, como todos os meninos de sua idade. Ele vive de uma maneira comum, só precisa de mais tempo para aprender as lições e os hábitos de casa. Certo dia, um menino o chama de lanterna. Sabe por quê?

Aninha, me conta uma história, Compreendendo a deficiência auditiva 
De: Hermes Bernardi Jr. 
Ilustradora: Monika Papescu
Aninha não ouve. Ela nasceu assim, sem ouvir. E por conta disso, ela não sabe falar com a boca. Como é que alguém que não ouve consegue repetir os sons para aprender a dizê-los?

Volta às aulas, Compreendendo a deficiência múltipla
De: Tonton
Ilustrador: Danilo Marques
Na volta às aulas, Zezinho passa a ser um novo integrante na turma. Todos olhares curiosos se voltam pra ele, afinal, era a primeira vez que tinham entre eles alguém em uma cadeira de rodas tão diferente. A turminha ficou curiosa para entender por que o novo colega de classe não falou sobre suas férias? 

Serviço:
Coleção Diferenças
5 livros infantis impressos em tinta e em braille com ilustrações coloridas em relevo
R$20,00 cada 

Convite para o lançamento da Coleção Diferenças

Lançamento na Bienal de São Paulo, dia 10/08 às 14hs.

O Lanterna


Editora: Fundação Dorina Nowill para Cegos
Categoria: Infantil
ISBN: 978-85-61257-29-3
1ª edição: 2012
Encadernação: Grampo
Formato: 21 x 21 | 44 páginas
Ilustrações: JP Veiga

• Livro publicado através da parceria entre a AEILIJ e a Fundação Dorina Nowill para Cegos. Edição em braille e com fonte ampliada.

Sobre deficiência intelectual. Pedrinho tem 13 anos, gosta de assistir esportes na TV e de colecionar carrinhos, como todos os meninos de sua idade. Ele vive de uma maneira comum, só precisa de mais tempo para aprender as lições e os hábitos de casa. Certo dia, um menino o chama de lanterna. Sabe por quê? O lanterna é o que chega sempre por último. Mas Pedrinho provará o contrário!

Achei essa outra sinopse no site www.esportecultura.com.br e gostei:
A cada dia uma nova vitória, cada um tem seu ritmo e subestimamos muitas vezes as habilidades e a fortaleza que temos em cada um de nós. Um menino vai nos ensinar que ser o lanterninha não significa somente ser o último, mas aquele que brilha.

Sobrecapa Literal nº18


Está no ar o Sobrecapa Literal nº18, de agosto de 2012!
(http://www.sobrecapaliteral.com.br/doc/SobrecapaLiteralEd18.pdf)

É a segunda vez que participo como responsável pelo Espaço LIJ. Desta vez os convidados são Angela Lago e Bruna Assis Brasil! O artigo do mês é sobre concursos literários de textos inéditos.

Não conhece o Sobrecapa Literal? Fala sério! Então faça o seguinte: Entre em http://www.sobrecapaliteral.com.br e clique no link Edições. Ali dá para fazer o download de todas! Ah! E aproveite para assinar o jornal também e receba as próximas edições por e-mail. A assinatura é gratuita!

Histórico:
O primeiro Sobrecapa Literal foi ao ar em fevereiro de 2011. Até o presente momento são 18 edições, frutos de muita dedicação da editora e escritora Ana Cristina Melo, criadora dos blogs Canastra de Contos, Ficção de Gaveta e Sobrecapa. Deste terceiro, nasceu o jornal digital Sobrecapa Literal, que busca valorizar a literatura nacional e seus autores.

Entre os atuais colunistas do SL, estão: 

Alexandre de Castro Gomes (eu aqui) no "Espaço LIJ";
Dag Bandeira traz dicas em "Nas entrelinhas da escrita";
Sérgio Bernardo e Rodrigo Domit dividem a coluna "Sem poesia não dá";
JP Veiga fala sobre literatura digital em "Coluna do Meio";
Begê e Fábio Sgroi espoem sua arte nas "Tirinhas do Sobrecapa";
Além, é claro, da Ana Cristina Melo com as colunas "De olho no mercado", "Literalmente" e "Mural".

Condomínio dos Monstros em Mecdaisy

Essa semana fiquei sabendo que foram vendidas 6.652 cópias do Condomínio dos Monstros em DVD com formato Mecdaisy. A venda faz parte da compra do livro pelo PNBE 2012. Ou seja, além dos livros impressos, o MEC comprou também diversos títulos nesse outro formato. Esse é o primeiro da minha biblioteca de audiobooks!

Muito demais, não é? Saber que nossas histórias alcançam cada vez mais leitores não tem preço.

Em junho de 2009, o MEC, em parceria com a UFRJ, lançou o Mecdaisy, um software que transforma o texto digital em áudio. Tal tecnologia beneficia os milhares de deficientes visuais do país. Antes, eles precisavam de ajuda para ler as notas de rodapé, interpretar as ilustrações ou mesmo saber em qual página estavam. Isso quando encontravam o livro em braille. Com o Mecdaisy, passam a ter autonomia na consulta do índice, pesquisas, ficha técnica, etc.

Agora, grande parte dos textos digitais pode ser "lida" por todos. Ah! E o programa tem ainda a opção de impressão em braille.

A ferramenta é baseada no padrão internacional Daisy - Digital Accessible Information System, só que adaptada às necessidades brasileiras, com narração e instruções de uso em português.

Espaço LIJ - Agosto de 2012

Filhos de férias e coluna por fazer. Não dá nem para andar de bicicleta porque chove adoidado. Leitura? Funciona de vez em quando. Eles gostam (agora estão no meio de um livro da Glaucia Lewicki), mas criança não lê durante quinze dias seguidos. Já não sei mais que filme pegar na locadora. Outro dia cheguei a apelar para o Monty Python. Adoraram o cavaleiro negro de Em busca do cálice sagrado. Foi só um arranhão! é a frase da vez.

Bem ou mal os livros e os filmes me deram o tempo que eu precisava para terminar aqui. Agora preciso arrumar um jogo novo de videogame, enquanto eles ilustram uma história pra mim. Tem lápis de cor  espalhados pela casa inteira.

O artigo? Concursos literários de textos inéditos. Os convidados? Palmas para Angela Lago e Bruna Assis Brasil!


ILUSTRA com Bruna Assis Brasil

Tive a felicidade de dividir um livro com a Bruna. Todos para quem mostro suas ilustrações ficam impressionados com o talento dessa moça de Curitiba. Não é pra menos.

A ilustração é do livro Branca de Neve e as sete versões
(de José Roberto Torero, Marcus Aurelius Pimenta e Bruna Assis Brasil, Editora Alfaguara).


Bruna Assis Brasil é apaixonada por fotografia. Foi dessa paixão que surgiu seu interesse pela ilustração, sempre marcada pela técnica de colagem. Revistas antigas e enciclopédias da década de 1970 são verdadeiros tesouros para a ilustradora.

Na obra "Branca de Neve e as Sete Versões", as ilustrações foram criadas com base nesses recortes, misturando texturas diversas. Bruna começa criando os personagens com caneta nanquim e recortes de papel. Depois, digitaliza os personagens e cria a composição digitalmente, também com aplicação de texturas. A ilustração se forma com a experimentação dos recortes, que a ilustradora muda e adapta no decorrer do processo até a etapa final. São usadas texturas de tecido, papel estampado, recortes antigos e texturas manuais, como lápis e giz. A finalização é digital. Ah! A Bruna também fez o projeto gráfico desse livro.

Site da ilustadora: www.girafalistrada.com.br  



CONCURSOS LITERÁRIOS DE

TEXTOS INÉDITOS


Escrevi meus primeiros textos no século passado. Engraçado. Quando eu era criança, o século passado estava tão longe. Agora parece que foi ontem.

Depois que fechei meu primeiro livro com uma editora, resolvi participar de concursos literários. Eu tinha vontade de mergulhar fundo na literatura infantojuvenil, sempre li muito, e achei que os concursos poderiam ajudar a desenvolver a minha escrita. Ganhar é ótimo, mas perder é parte importante do processo. Por que perdi? Como é o texto que ganhou? No que o dele é melhor que o meu? Amadureci com os concursos. Foi ali que eu vi que aquilo que eu achava perfeito, tinha muitos defeitos que poderiam ser corrigidos.

Claro que a perda do prêmio não significa que o texto é ruim. As vezes o jurado acordou com o pé esquerdo. Pode não ser o estilo literário preferido dele. A editora que organizou o concurso pode ter em mente outros temas. Sei lá. Tudo é muito subjetivo. Mas se esmiuçarmos bem, descobriremos pistas do que pode estar errado. Ou não. No máximo, perde-se tempo. 

Cheguei a participar de alguns concursos. Venci e perdi. Mas aprendi bastante. Pratiquei minha escrita, fiz amizades e ganhei experiência para esse novo mundo que me abria as portas.

Aviso: Antes de se inscrever em um concurso, é bom estar atento aos detalhes. Você deverá pagar para participar? Deverá pagar para entrar na antologia? Por quanto tempo o organizador terá os direitos patrimoniais da obra? Haverá pagamento de direitos autorais? O edital é  confuso? Qual a reputação do organizador? Existe tema pré-definido? O texto pode ter sido publicado na internet? A história poderá ser publicado em editora depois? O envio é pelos correios ou por e-mail? Lembre-se que você ficará com o texto preso no concurso e que provavelmente não poderá enviá-lo para editoras até que saia o resultado. Pesquise tudo o que puder para não se arrepender mais tarde. Já vi gente que pagou para estar na antologia de um concurso e o livro nunca saiu. E há histórias mais cabeludas.

Bem, dado o recado, gostaria de relacionar alguns concursos nacionais, de textos inéditos de literatura infantil e juvenil. Boa sorte!

Prêmio Barco a Vapor, promovido pelas Edições SM (oitava edição em 2012), que dá de prêmio, além da publicação, um adiantamento nos direitos autorais de 30 mil reais;

Concurso Nacional João-de-Barro, promovido desde 1974 pela prefeitura de Belo Horizonte. Na última edição, devia-se apresentar uma boneca de livro com as ilustrações. O prêmio foi de 20 mil mais a participação na Feira de Bolonha;

Concurso Nacional Cepe de Literatura Infantil e Juvenil (terceira edição em 2012), promovido pela Companhia Editora de Pernambuco (CEPE). O prêmio é de 8 mil para o vencedor de cada categoria (infantil e juvenil), 5 mil para os segundos colocados e 3 mil para os terceiros;

Prêmio SESC de contos infantis Monteiro Lobato, promovido pelo SESC/DF desde 2003. Prêmio de 2 mil para o primeiro colocado, 1,5 mil para o segundo e 1 mil para o terceiro, além de participação em uma antologia;

Concurso Nacional de Literatura Infanto-Juvenil de Ponta Grossa – Desde 2011 deixou de ser regional. Dá ao vencedor de cada categoria (leitor iniciante, em processo e fluente) o prêmio de R$1.200,00 mais a publicação da história, ilustrada, em uma edição de 1000 exemplares. Destes, 100 são cedidos ao autor, a título de direitos autorais.

Concurso Internacional de Literatura da UBE RJ - Alterna, a cada ano, entre livros inéditos e livros publicados. Em 2012 serão livros publicados em 2011. Além do título, não há prêmio em dinheiro ou publicação.

Concurso Literário Nacional e Regional da Academia Caxiense de Letras - gênero infanto-juvenil - Em sua 16ª edição em 2012, o concurso de Caxias do Sul (RS) premia com troféu os três primeiros colocados de cada gênero. Não há prêmio em dinheiro ou publicação.

Concurso Literário Coleção Vertentes da UFG – Pela editora da Universidade Federal de Goiás. Dá como prêmio a publicação de uma tiragem de 300 exemplares, sendo 30 para o autor a título de Direitos Autorais. Pra vocês verem o grau de exigência, esse ano, os jurados foram Elizabeth Serra, Ninfa Parreiras e Silvia Zapata.

Concurso de Contos Infantis As Crianças do Mercosul (oitava edição em 2012) – Promovido pela editora Comunicarte, da Argentina, é aberto aos residentes dos países do bloco, e dá de prêmio a publicação dos três primeiros colocados, além de 7 mil pesos argentinos para o primeiro lugar e 2 mil pesos para o segundo e o terceiro.



ENTREVISTA FOGUETE com Angela Lago


Quantos livros até agora?
Muitos. Poderiam ser bem menos e eu ficaria menos arrependida.

Três livros seus para quem não lhe conhece?
Uni Duni Tê (Editora Moderna);
O monge e o passarinho (Texto de Manoel Bernardes e ilustrações de Angela Lago - Editora Scipione); e
Muito capeta (Cia. das Letrinhas).

Em 30 anos haverá livrarias e livros em papel como hoje?
Não sei mais. O papel está ficando caro, mas o lixo eletrônico também. Em 30 anos como será o mundo?

O e-book interativo infantil é um substituto para o livro-brinquedo?
Você já respondeu. A possibilidade pedagógica dos aplicativos é gritante e me interessa também. Faço no momento um e-book para crianças que ainda não sabem ler, lerem sozinhas.


Site da escritora e ilustradora: www.angela-lago.net.br

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Este Espaço LIJ foi publicado em seção própria no jornal digital Sobrecapa Literal nº 18Acesse www.sobrecapaliteral.com.br para fazer o download da publicação inteira em formato tabloide.