Ninho de Livro by Cris Alhadeff

O Ninho de Livro é uma iniciativa muito bacana da Satrápia e já se espalhou pelo Rio de Janeiro. São casinhas para livros penduradas em postes da cidade, aonde o leitor pode deixar um livro e pegar outro, gratuitamente.

Eu acho que todo projeto que visa espalhar literatura e conhecimento é sempre bem-vindo e merece muitos aplausos.

A Cris Alhadeff, minha sócia conjugal e ilustradora de vários livros meus, foi convidada para pintar uma das casinhas do Ninho. O evento aconteceu na frente da Livraria Argumento e contou com música, bebidas e pão de ló com morangos. 

A Satrápia agora quer colocar mais 10 ninhos em comunidades pacificadas. Segue o link com a matéria. Torço muito para que consigam. 












Outros ninhos ilustrados:


O primeiro, por Vitória Frate, fica na Av. Ataulfo de Paiva 566, em frente à loja da Cantão.
O segundo, de Carol Burgo, fica na Av. Ataulfo de Paiva 236, em frente à loja da Freddo.

Blitz Literária - Reunião na SME-RJ


Olá, gente.

Estive no dia 04/02 na Prefeitura do Rio de Janeiro, em uma reunião com a Simone, gerente de Mídia-Educação da SME-RJ (Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro), a Catharina e a Cilene para conversarmos sobre a Blitz Literária que a AEILIJ realizará nos dia 18, 19 e 20 de abril na cidade maravilhosa.

A SME fará a divulgação do evento em suas redes sociais e nas mídias que tiver disponíveis, preparará as escolas para receberem os autores no período da Blitz e sugerirá aos professores que eles busquem nossos livros no Salão do Livro da FNLIJ. 

Segundo fui informado, as escolas estão pedindo para participar da Blitz (a ideia foi muito bem aceita até agora) e nem todas terão essa oportunidade em abril. Em tom de brincadeira, me foi dito que "vai rolar briga". :-)

A Blitz Literária é um evento que levará autores da AEILIJ para escolas e bibliotecas escolares municipais do seu bairro. Para algumas destas crianças, esse será um encontro único. Podemos contar histórias, ler um livro, falar sobre nosso trabalho, enfim, ter esse contato de uma hora com o nosso público alvo.

Viva a LIJ!

Alexandre de Castro Gomes
Presidente da AEILIJ

Condomínio dos Monstros na Revista Canguru

"Condomínio dos Monstros" é um dos destaques da coluna "Para ler com seu filho", do escritor Leo Cunha, na revista Canguru de fev/2016.

Fiquei muito contente com a lembrança desse livro que só me traz alegrias e que já me rendeu outras duas publicações da série: "O Porteiro do Condomínio dos Monstros" e "Tem visita no Condomínio dos Monstros!" (esse último previsto para sair até o fim do ano). Todas pela RHJ/Baobá, com ilustrações da Cris Alhadeff.

A Canguru é uma espécie de "Crescer", mineira, com tiragem de 25 mil exemplares, quase todos distribuídos gratuitamente na mochila dos alunos de 150 escolas particulares de BH, além de algumas vendidas em bancas.

Segue o texto de apresentação do Leo:

Minha coluna de Fevereiro - Viva os Monstros!

Saiu a edição de fevereiro da revista Canguru: criando filhos em BH. Este mês minha coluna destaca dois livros que encontram ganchos bacanas e inesperados para falar de monstros.

O primeiro é "Como Reconhecer um Monstro", do argentino Gustavo Roldán, publicado pela Biruta, com tradução da editora bacanuda Daniela Padilha.

O segundo é o divertido "Condomínio dos Monstros", primeiro de uma (até agora) trilogia escrita pelo Alex Gomes , ilustrado por Cris Alhadeff, e publicado pela editora RHJ.

Como sempre, a Canguru traz a edição primorosa da Ivana Moreira e textos de gente fina como o Luís Giffoni, Rafaela Matias, Cristiane Miranda, Sabrina Abreu e outros mais.

Sedex 10

Mandei um Sedex 10 para uma amiga. O pacote levou 2 dias para chegar. Filhos da mãe. Joguei dinheiro fora. Soube que podia pedir ressarcimento em dobro. Quase 120 reais. Não paga pelo negócio perdido, mas paga pelo transtorno, pelo menos. Fui na agência. Me deram um número. Liguei. Depois de 89 horas de mensagens gravadas me atende um cidadão que pede que eu entre no site e faça a reclamação por lá.

Entro no site. Travou tudo. "É meu computador velho", pensei. Desliguei, reiniciei e tentei novamente. Travou tudo de novo.

Como já era noite, ligo para lá na tarde do outro dia. O sistema está ruim há muitas horas. Não podem registrar a reclamação. Então não era o meu computador. Pedem para ligar no dia seguinte.

O dia seguinte do seguinte chega e eu ligo novamente. Ouço as 89 horas de gravação, que me comunicam, em pleno fevereiro, que eu posso ser um Papai Noel dos Correios. Me atende outro cidadão. Explico tudo. Ele pede para eu aguardar e... cai a ligação. Uma gravação pergunta como foi o atendimento, de 1 a 5. Teclo 1.

Ligo de novo. Me atende outra pessoa depois das 89 horas de gravação. A ideia do Papai Noel dos Correios já não me é mais simpática. Atende uma mulher de mal com a vida. Ela me diz que não pagam mais o dobro em ressarcimento, somente a metade. Eu disse que era um absurdo porque me convenceram a mandar um Sedex 10 quando não precisava. No mínimo tinham que me ressarcir o valor integral, já que perdi o dia redigindo e imprimindo um documento que não foi entregue. A cidadã me pede para aguardar que ela vai procurar saber desde quando deixou de ser o dobro para ser a metade. Eu digo que não precisa, mas é tarde, o fone fica mudo. A ligação cai.

A gravação me pergunta como foi o atendimento. Teclo 1.

Mais 89 horas de mensagens gravadas. Odeio o Papai Noel dos Correios. Odeio todos que trabalham lá. A ligação cai antes que alguém atenda. Dessa vez nem teclar 1 eu pude.

Muito tempo perdido por causa de menos de R$ 30. 

Nada funciona direito nesse país. Nada. É um desespero isso.

ímãs de geladeira

Meus livros viraram ímãs de geladeira pela Pratikarte!




Fotos do sarau Jequitibá de Poesia em homenagem a Bartô

Homenagem a Bartolomeu Campos de Queirós no Jequitibá de Poesia.
(30/01/2016)
Roteiro: Bartô - Depois do silêncio fez-se um coral.