terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dê livros assustadores no Halloween

O título acima foi roubado de um post do blog da Ronize Aline. Por quê? Ora, dentre os livros sugeridos pela escritora, crítica literária e jornalista, eis que estão Aniversário no Cemitério (Escrita Fina) e Condomínio dos Monstros (RHJ), meus livros com a Cris Alhadeff. Legal, né? E para quem estiver interessado, incluo na seleção outro livro nosso, O Porteiro do Condomínio dos Monstros (Baobá), com os mesmos personagens do primeiro condomínio.

Fontehttp://www.ronizealine.com/2013/10/livros-assustadores-halloween.html


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Primavera dos Livros 2013

A décima-terceira Primavera dos Livros, feira das editoras independentes, acontecerá entre os dias 24 e 27/10, nos Jardins do Museu da República - Catete. Com descontos de até 50%, entrada franca e programação cultural gratuita, este promete ser um dos maiores acontecimentos culturais do ano.

Sábado e domingo são os dias da programação infantil. Tem oficina de ilustração com a Lorena Katz, que ilustrou as capas do meu próximo livro (Chapa Verde) pela coleção ECOAR, da editora Garamond. Tem oficina de música e fantoches com a Deborah Barros. Tem Anna Claudia Ramos com oficina de bonecos. Tem piquenique com a Sonia Rosa. Enfim um monte de atividades legais. Para ver a programação infantil completa do Rio, é só clicar aqui:
http://libre.org.br/noticia/128/veja-aqui-a-programacao-infantil-da-primavera-dos-livros-2013-rj

O evento depois seguirá para São Paulo, e será realizado de 21 a 24 de novembro, na Praça Dom José Gaspar no Centro da cidade.


Segundo o site da LIBRE, A Primavera dos Livros nasceu, no ano 2001, como uma resposta ao processo da pasteurização cultural que ameaçava invadir o mundo das letras e da literatura. Seria a vitória do modelo do best-seller que ocupa todos os espaços nas livrarias, nas grandes bienais do livro e até nas compras governamentais.

Contra este modelo de literatura "hollywoodiana", editoras independentes de grandes grupos empresariais, mas que tinham o orgulho de exibir catálogos fortes, consistentes, fundados ao mesmo tempo na especialização e na diferença, organizaram a 1ª Primavera dos Livros, uma feira diferente, com entrada gratuita e espaço igualitário para as editoras participantes.

O sucesso foi tão grande que o evento deu origem a uma entidade, a Libre, cuja principal bandeira é a luta pela preservação e ampliação da bibliodiversidade, ou seja, a aplicação do conceito e da bandeira da diversidade também para o universo dos livros. É a diferença que dá força à leitura, à reflexão e à democracia.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Cruzeirinho - Monstros horripilantes inspiraram atividades em escola

É sempre bom ler notícias como essa. 

Suplemento Cruzeirinho do jornal Cruzeiro do Sul (região de Sorocaba-SP), de 20 de outubro de 2013.

Monstros horripilantes inspiraram atividades em escola

Imagine um prédio em que vivem somente monstros. A reunião de condomínio, para resolver alguma confusão, recebe a Múmia, o Drácula, o Saci, o Bicho Papão, o Frankenstein e outros personagens famosos. Todos moram no mesmo edifício. A obra Condomínio dos Monstros, de Alexandre de Castro Gomes, é que traz essa história e serviu de inspiração para um projeto desenvolvido na EMEIEF Prof.ª Myriam Silva Bastos, em Piedade. Além de conhecerem os diversos tipos de moradias, os alunos aprenderam sobre a sua importância como abrigo, os materiais mais utilizados, regras de convivência em condomínio, entre outros. O projeto possibilitou ainda diversas outras atividades ligadas à leitura e interpretações de textos, pesquisas, jogos, passa ou repassa torta-na-cara, ilustrações, confecções de máscaras, encenação de peça teatral, entre outras atividades. O projeto envolveu várias disciplinas como Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, Ciências, Arte e Educação Física.

Notícia publicada na edição de 20/10/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 007 do caderno Cruzeirinho - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.



As geringonças estão chegando!

Recebi algumas ilustras que o Anttonio Pereira fez para o meu livro "Essas maravilhosas geringonças", que sairá pela Franco Editora em breve. Estão ficando tão bacanas que eu faço questão de mostrar um tico pra vocês. É bom saborear cada momento da feitura de um livro. Melhor ainda quando ele é feito com tamanha competência e dedicação de todos. Só tenho a agradecer aos envolvidos. Obrigado, galera!


Correio Criança - Edição 79

Nessa edição especial do Correio Criança, suplemento infantil do jornal Correio da Paraíba, tem poema do Leo Cunha, tem Stella Maris Rezende ensinando como brincar de "palavra puxa palavra", tem eu e vários outros autores dizendo do que gostaríamos de brincar se fôssemos crianças e muito mais. Recomendo a leitura.


Fonte: http://issuu.com/correiodaparaiba/docs/edicao_79

Mergulhado em livros

Uma amiga dos tempos de escola achou essa foto aqui. Sou eu aos 16-17 anos coberto de livros. Presságio?

Alex by Guigo

Imagens criadas pelo Guigo quando ele tinha entre 8 e 10 anos de idade. Muito maneiro!

Coleção Itaú de Livros Infantis - Ano IV - Leia para uma criança


A Fundação Itaú Social, através do Itaú Criança, distribui, pelo quarto ano consecutivo, livros gratuitos para crianças de todo o país. Agora rebatizado de "Leia para uma criança - #issomudaomundo", o ambicioso e simpático projeto do Itaú já doou mais de trinta milhões de livros e entrega esse ano "O mundo inteiro", de Liz Garton Scalon e Marla Frazee, e "E o dente ainda doía", de Ana Terra.


O mundo inteiro - A praia deserta, a noite tranquila, o dia de chuva, a horta, a cozinha e a família reunida... O que seria o mundo inteiro? Leia para uma criança: esta obra com versos rimados retrata conceitos universais numa linguagem simples e delicada. Vencedor do prêmio Cadelcott Honor de melhor ilustração. 

E o dente ainda doía - Um jacaré folgado e largado não consegue descansar por causa de uma tremenda dor dente. E mesmo com a ajuda de outros bichos... o dente ainda doía! Leia para uma criança: e descubra como essa divertida história brinca e educa com números em um ritmo gostoso de lenga-lenga.  

Além da coleção acima, também já foram oferecidas coleções em braille e fonte ampliada, que estão esgotadas.

Ler para as crianças desenvolve nelas a capacidade de abstração e imaginação. Histórias aumentam o vocabulário e a compreensão do mundo. Crianças que crescem ouvindo histórias desenvolvem maior capacidade de aprender e pensar. Livros despertam a criatividade, ampliam os pontos de vista e estimulam a formação de opinião.

Para pedir os livros, ouvir trechos, baixar aplicativos e saber mais sobre esse programa bacana, acesse: http://www.itau.com.br/itaucrianca/

Seguem alguns videos bacanas do programa:







segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Cancelamento

Tivemos um problema de saúde na família e precisei cancelar o encontro de hoje na Casa da Leitura. Avisarei assim que tiver nova data para a gravação.

domingo, 13 de outubro de 2013

Conversa com o Autor

Amanhã a Cris Alhadeff e eu participaremos de um bate-papo, mediado pela super Katy Navarro, para o programa Conversa com o Autor, uma parceria do PROLER - Casa da Leitura e EBC Rádios. Conversaremos sobre literatura infantil e outras coisitas mais. A gravação será aberta e quem quiser assistir. É só aparecer no local um pouco antes das 15h. Assim que eu souber a data da transmissão do programa, avisarei aqui.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Terceiro ano do Solar Literário

O bate-papo de hoje com a galera jovem e esperta do Solar Meninos de Luz foi dez.
Agradeço à Muriel, pela leitura de "Tem uma barata no trem!", e também ao Bruno, à Débora, à Carol, à Luíza, ao Paulo Henrique, à Jennifer e à todos os alunos do primeiro ano que participaram do encontro.

Livro-brinquedo

Trago para cá um assunto que debati com amigos no Facebook. Segue o que escrevi:

Grande parte das feiras literárias em que estive nos últimos anos oferece o tal livro-brinquedo em quase todas as barracas. Os pais e professores veem aqueles tijolos coloridos, recheados de massinhas e dvds e brinquedos de plástico, com versões diminutas de clássicos infantis, botões que ativam buzinas e latidos, e acham que estão comprando literatura para suas crianças. Não estão. Vejo feiras sérias com estandes vazios, enquanto que aquele único estande que contém castelos em 3D e quebra-cabeças de contos de fadas está com fila no caixa.

Sugiro que tais brinquedos sejam barrados das feiras sérias. Tem brinde? Então não pode expor aqui. Ponto. Por que ninguém faz isso? Está na hora de pensar mais na cultura e menos na grana que o aluguel desses estandes trará, não é?

Durante a conversa, alguém disse que alguns pouquíssimos livros-brinquedo tem qualidades. Respondi que, embora desgoste deles, não acho que precisam ser extintos. Só penso que não devem estar em feiras literárias. Que continuem sendo oferecidos em suas livrarias de aeroporto. A feira literária deveria existir para fomentar a cultura e ajudar na divulgação da literatura nacional. Esses livros brinquedos não precisam de ajuda para serem vendidos. A briga já é desleal, quanto mais se ocuparem o mesmo lugar.

Leitora sabida

A Lorena tem bom gosto, não é?

Fotos da FELISB 2013


























Chapa Verde - vídeo

Oi, gente. Segue um vídeo com um depoimento sobre o meu livro Chapa Verde, que faz parte da Coleção Ecoar da Editora Garamond. Tem dois eventos no livro que foram baseados em fatos reais. Quando eu ainda estava na escola...

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dicas e regras de autores consagrados

Ah, essa internet. Tanta informação. Tanta coisa interessante. O site brainpickings.org apontou para diversas dicas de escrita criadas por autores de todos os estilos.

Eu já coloquei dicas aqui no blog. Lembra?

Minhas 20 dicas para publicar seu livro:
12 dicas divertidas do Dicas Diárias de Português:
Conselhos para escritores iniciantes de autores da FLIP 2013 e os 13 conselhos de Chuck Palahniuk:
As 22 regras da Pixar para criar uma boa história:

Bem. Achei mais algumas que traduzi abaixo. 

Em 2010, inspirado pelas 10 regras de escrita de Elmore Leonard, publicadas no New York Times uma década antes, o Guardian perguntou para três dos autores mais consagrados quais seriam seus mandamentos. Seguem o que Elmore e os outros responderam:

Elmore Leonard:
01) Nunca comece o livro escrevendo sobre o tempo.
02) Evite prólogos.
03) Nunca use outro verbo além de "disse" para levar um diálogo.
04) Nunca use um advérbio para modificar o "disse".
05) Mantenha seus pontos de exclamação sob controle!
06) Nunca use as expressões "de repente" ou "all hell broke loose” (expressão em inglês que significa "o inferno está solto" ou "o caos se estabeleceu" ou, se forçar um pouco,  "as bruxas estão soltas") - nesse caso a intenção é que se explique os detalhes ao invés de simplificar a descrição da situação.
07) Use dialetos e expressões regionais moderadamente.
08) Evite a descrição detalhada de personagens.
09) O mesmo para lugares e coisas.
10) Deixe para trás as partes que os leitores tendem a pular.

Zaddie Smith:
01) Ainda enquanto criança, leia um monte de livros. Faça mais isso do que qualquer outra coisa.
02) Quando adulto, leia seu próprio trabalho como se um estranho o fizesse. Ou melhor ainda, como se um inimigo o lesse.
03) Não romantize sua vocação. Você pode escrever boas frases ou não pode. Não existe isso de "estilo de vida de escritor". Tudo o que importa é o que você deixa na página.
04) Evite suas fraquezas. Mas faça isso sem dizer a si mesmo que as coisas que você não pode fazer não valem a pena. Não mascare sua própria insegurança com desprezo.
05) Dê um bom tempo entre escrever algo e editá-lo.
06) Evite escrever em turma. A presença de outras pessoas não fará sua escrita melhor do que ela é.
07) Trabalhe em um computador desconectado da internet.
08) Proteja o tempo e o espaço que você usa para escrever. Mantenha as pessoas afastadas, mesmo que elas sejam importantes para você.
09) Não confunda honrarias com conquistas.
10) Diga a verdade mesmo através de uma cortina de fumaça. Resigne-se com a tristeza de nunca estar satisfeito.

Neil Gaiman:
01) Escreva.
02) Coloque uma palavra atrás da outra. Ache a palavra certa e a escreva.
03) Termine o que está escrevendo. Qualquer coisa que você precise fazer para terminar, termine-a.
04) Deixa-o de lado. Leia como se nunca o tivesse lido antes. Mostre-o para seus amigos que você respeita e que gostem desse tipo de texto.
05) Lembre-se: quando as pessoas te dizem que algo está errado, estão quase sempre certas. Quando dizem exatamente o que está errado e explicam como arrumar, estão quase sempre erradas.
06) Arrume. Lembre-se que, cedo ou tarde, antes que atinja a perfeição, você terá que deixá-lo, seguir em frente e escrever um novo texto. Perfeição é como tentar alcançar o horizonte. Mantenha-se em movimento.
07) Ria de suas próprias piadas.
08) A maior regra da escrita é que se você o fizer com segurança e confiança, você poderá fazer o que quiser. (Isto pode ser uma regra para a vida também. Mas é definitivamente verdadeiro para a escrita.) Então escreva sua história como ela precisa ser. Escreva com honestidade e conte-a da melhor maneira possível. Eu não tenho certeza se existem outras regras. Pelo menos nenhuma outra que seja importante.

Margaret Atwood:
01) Leve um lápis para escrever durante o voo. Canetas vazam. Mas se a ponta quebrar, você não poderá apontá-la, já que não podemos levar facas no avião (essa é antiga, hein?). Sendo assim, leve dois lápis. 
02) Se ambos os lápis quebrarem, você pode apontá-los, embora precariamente, com uma lixa de unha de metal.
03) Leve alguma coisa onde escrever. Papel é bom. Não havendo, pedaços de madeira ou o seu braço também servem.
04) Se estiver usando um computador, salve seu texto em um pen drive.
05) Faça exercícios. A dor distrai.
06) Prenda a atenção do leitor. (Funciona melhor quando você consegue prender a sua própria.) É como pescar com um estilingue no escuro já que você não sabe quem ele é. O que fascina o leitor A poderá fazer o leitor B dormir de tédio.
07) Você precisará de um thesaurus, um livro rudimentar de gramática e uma dose de realidade. Isso quer dizer que não existe almoço de graça. Escrever é trabalho. Também é jogar com a sorte. Você não ganha um plano de pensão ou aposentadoria. Outras pessoas podem te ajudar um pouco, mas, na essência, você estará sozinho. Ninguém está te obrigando a fazer isso, então pare de choramingar.
08) Você nunca conseguirá ler seu próprio livro com o suspense que vem com a leitura da primeira página de um livro novo, porque foi você quem escreveu. Você esteve atrás das cortinas o tempo todo. Você viu como os coelhos foram escondidos na cartola. Sendo assim, peça para um ou dois amigos lerem o texto antes de enviá-lo para alguém do editorial. Esse amigo não deverá ser alguém com quem você tenha um relacionamento romântico a não ser que queira terminá-lo.
09) Não fique sentado no meio da floresta. Se você se perdeu no enredo, ou está sem ideias, volte para quando a história começou a dar errado. E então siga por outro caminho. E/ou troque o personagem. Mude o tempo verbal. Refaça a primeira página.
10) Rezar pode ajudar. Ou ler outra coisa. Ou a constante visualização do cálice sagrado, que é a versão terminada e publicada do seu livro esplêndido.

Além destes, o brainpickings.org traz também dicas de outros autores importantes:

Kurt Vonnegut:
01) Use o tempo de um estranho de forma que ele não sinta que seu tempo foi desperdiçado.
02) Dê ao leitor ao menos um personagem por quem ele poderá torcer.
03) Todo personagem deverá querer alguma coisa, nem que seja somente um copo d´água.
04) Cada frase deverá fazer uma de duas coisas: explicar um personagem ou avançar com a trama.
05) Comece quanto mais próximo do fim for possível.
06) Seja um sádico. Não importa o quão doce e inocentes sejam seus personagens principais, faça coisas horríveis acontecerem a eles para fazer com que o leitor perceba do que são feitos.
07) Escreva para agradar somente a uma pessoa. Se você abrir uma janela e fizer amor com o mundo, sua história vai pegar pneumonia.
08) Dê aos seus leitores o máximo de informação possível o quanto antes. Ao inferno com o suspense. Os leitores deverão ter total entendimento sobre o que está acontecendo, quando e porquê, de forma que poderiam terminar a história sozinhos mesmo que as baratas comam as últimas páginas.

David Ogilvy:
A boa escrita não é um dom natural. Você tem que aprender a escrever bem. Aqui estão 10 dicas:

01) Leia o livro de Roman-Raphaelson sobre como escrever. Leia-o três vezes.
02) Escreva da forma como você fala. Naturalmente.
03) Use palavras curtas, frases curtas e parágrafos curtos.
04) Nunca use jargões como reconceituar, desmassificação, julgamentalmente. São marcas registradas de idiotas pretensiosos.
05) Nunca escreva mais de duas página sobre nenhum assunto.
06) Confira suas citações.
07) Nunca envie uma carta, ou memorando, no mesmo dia em que a escreveu. Leia em voz alta na manhã seguinte — depois edite.
08) Se é algo realmente importante, arrume um colega para sugerir melhorias.
09) Antes de enviar sua carta, ou memorando, tenha certeza que você explicou claramente o que deseja do destinatário.
10) Se quer que alguma coisa aconteça, não escreva. Vá até lá e diga à pessoa o que você quer.

Henry Miller:
01) Trabalhe em uma coisa de cada vez até terminar.
02) Não comece novos livros ou adicione material para ‘Black Spring.’ (livro do próprio Henry Miller, obviamente um desabafo.)
03) Não fique nervoso. Trabalhe com calma, com alegria e despreocupadamente.
04) Trabalhe de acordo com o cronograma e não de acordo com o humor. Pare na hora marcada!
05) Quando você não consegue criar, você consegue trabalhar.
06) Coloque um pouco de cimento a cada dia. Melhor do que gastar seu tempo testando novos fertilizantes.
07) Mantenha-se humano! Veja pessoas. Vá a lugares, Beba se sentir vontade.
08) Não seja um burocrata! Trabalhe somente com prazer.
09) Desista do cronograma quando quiser - mas volte a ele no próximo dia. Concentre-se. Restrinja. Exclua.
10) Esqueça dos livros que você quer escrever. Pense somente no livro que está escrevendo.
11) Escreva antes e sempre. Pinturas, música, amigos, cinema, tudo vem depois.

John Steinbeck:
01) Abandone a ideia de que você um dia terminará o livro. Esqueça as 400 páginas e escreva somente uma por dia.. Isso ajuda. Assim se surpreenderá quando acabar.
02) Escreva livremente e o mais rápido possível e coloque tudo no papel. Nunca corrija ou reescreva até terminar. Reescrever é normalmente uma desculpa para nunca terminar. Também interfere com a fluidez e o ritmo que só podem surgir com um tipo de associação inconsciente
03) Esqueça a plateia generalizada. Em primeiro lugar, a plateia sem nomes ou rostos te deixará apavorado. Em segundo lugar, diferentemente do teatro, esta não existe. Na literatura, sua plateia é um só leitor. Eu descobri que, as vezes, pode ajudar se escolher uma só pessoa, alguém do seu conhecimento, ou alguém imaginário, e escrever para ela.  
04) Se uma parte do texto está te dando mais trabalho do que devia, pule-a e continue. Quando terminar e voltar a ela, você poderá descobrir que o motivo de ter te dado tanto trabalho é porque não pertencia ali.
05) Cuidado com a sua parte favorita do texto. A que você gosta mais do que as outras. Normalmente descobre-se que está fora de contexto.
06) Se estiver usando diálogos - leia-os em voz alta a medida que escrevê-los. Só assim terão o som de uma fala.

Fonte:

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Entrevista para o blog da Ronize Aline

A Ronize Aline é escritora, crítica literária, jornalista e professora universitária. Entre outras coisas, ela escreve resenhas de livros para o "Prosa e Verso" do Globo, prepara originais para editoras e ministra cursos e palestras nas áreas de criação literária, escrita criativa e literatura infantojuvenil. Deu para sacar que é uma workaholic, não deu? Em meio a tanto, essa moça bacana ainda arrumou um tempinho para nos entrevistar e colocou tudo em seu blog (que, aliás, é muito legal). Confira!

http://www.ronizealine.com/2013/09/casal-literario-alex-gomes-cris-alhadeff.html

Um trecho:

"Casal literário: Alex Gomes e Cris Alhadeff.

Literatura infantojuvenil é um casamento perfeito entre texto e imagem. A autoria é dividida entre o autor do texto e o ilustrador, que é o autor das imagens que contam a história junto com o texto. E quando essa parceria extrapola os limites da literatura e adentra o universo pessoal podemos dizer que há um casamento mais do que perfeito? Vamos saber como é esse casamento entre escritor e ilustradora conversando com o casal literário Alex Gomes e Cris Alhadeff."

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

FELISB 2013

Em menos de uma semana estarei em São Bernardo do Campo (SP) para alguns encontros. Segue minha agenda na FELISB. Aguardo vocês!


01/10/13
14:40 às 15:20 - Sessão de autógrafos de "Histórias a quatro patas", da Editora FTD, no Espaço FNLIJ de Leitura.

02/10/13
8:40 às 9:20 - Lançamento de "O menino que coleciona guarda-chuvas", da Editora Globo, no Espaço FNLIJ de Leitura.
10:00 às 11:20 - Bate-papo no Espaço Tatiana Belinky.
14:00 às 15:20 - Bate-papo no Espaço Monteiro Lobato.