quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Volta para a UERJ

 As aulas finalmente voltaram! Agora é só terminar o estágio na minha querida UERJ e finalizar a tese.



sexta-feira, 20 de setembro de 2024

Sinopse do livro em 1 minuto pelo escritor: 01-11



"O livro que lê gente" (Cortez), livro meu e da Cris Alhadeff, inverte os papéis do leitor e do que é lido. Aqui é o livro que lê as pessoas através da observação dos frequentadores de uma livraria. Cada pessoa, uma história. Tem o professor de ciências descuidado, o jogador de futebol, a bibliotecária apaixonada... Cada pessoa é cercada de histórias. E você? Sabe como os outros te leem?


"Bichos de sombras" (Estrela Cultural), livro meu e da Cris Alhadeff, apresenta um conto em trovas, que são ao mesmo tempo enigmas. Um bicho pequeno é sempre expulso de uma plantinha por um bicho maior, até que chega o maior de todos e acaba com a história. Você consegue adivinhar o bicho que chega através de sua sombra? Ou vai precisar decifrar o enigma? Ah! E no final tem a explicação de como fazer a sombra daquele bicho. É só desdobrar a página!

"A coleção de chapéus fantásticos" (Lê), livro meu e da Cris Alhadeff, conta a história de uma bisneta e sua bisavó, uma grande atriz de seu tempo e dona de uma bela coleção de chapéus mágicos. É só Rosa colocar o chapéu de mestre cuca da bisa Mimi que ela prepara o melhor sanduíche de queijo do mundo. O chapéu de mágico faz a bisa Mimi miar. O de enfermeira a torna craque na arte dos curativos. Uma história emocionante, de despedida, mas que celebra a vida.


Eu não sei quantas vezes já me perguntaram quem é que matou o Saci. Sei que esse livro e os dois que o seguem fazem um sucesso danado por onde passam, o que para mim é uma alegria enorme.

"Quem matou o Saci?" (Escarlate), livro meu e da Cris Alhadeff, começa com a descoberta de um pequeno corpo de uma só perna em uma casa de festas.

A vítima estava bem machucada, o que comprova o uso de violência e que leva os investigadores Billy Conrado e Joaquim de Jeremias a suspeitarem de um assassinato. Os suspeitos? Ora, o convidados da festa, é claro. E não é que são todos criaturas do folclore também? Isso agora está ficando mais interessante, não acha?

Leia as fichas criminais, siga as pistas ao longo da história e tente descobrir o assassino antes do fim do livro. Te desafio!

"Origens" (Editora do Brasil), é um livro que apresenta 5 contos sobre origens familiares diversas. Nele eu apresento uma história cruzada que mistura ficção com realidade sobre a chegada das minhas famílias portuguesas no Brasil. O André conta a história de seus avós e sua relação com as guerras nipônicas. A Eliane relembra a história de sua família indígena nas cartas que ela escrevia para a avó. Luis Eduardo traz o encontro de seus avós no navio que os trouxe para o Brasil. Sonia descreve a chegada de seu tataravô africano e o que resultou da união de seu filho com uma indígena de São Jorge de Ilhéus.

As ilustrações de Fabio Maciel brinca com colagens de papel e fotos antigas das famílias dos autores. Ficou show!

Aposto que após a leitura você começará a buscar suas próprias origens familiares.

"Robóticos" (Rovelle), livro meu e da Cris Alhadeff, nos apresenta um mundo que para alguns pode ser maravilhoso, mas que para outros pode ser um desastre.

Imagine ter alguém, ou algo, que possa trabalhar por você, que possa ir no mercado, que possa passear com o seu cachorro... Parece bom? Hummm... Mas onde fica a vida nisso tudo? A satisfação das conquistas na careira, o gostinho da escolha da fruta perfeita, a alegria das brincadeiras com o melhor amigo de quatro patas..

O que impede a preguiça da rotina morna? 

Siga Miguel e veja como suas decisões podem afetar a sua vida. 

"Família Tubarônica" (Elo), livro que fiz com meu parça Jean-claude Ramos Alphen, conta a história de um aniversário bem dentuço.

Aqui você encontrará alguns desses bichos, que são importantíssimos para o nosso ecossistema. Esses guardiões dos oceanos ajudam a manter o equilíbrio dos animais que lá vivem, eliminando os peixes velhos e doentes e criando um ambiente saudável para que os peixes saudáveis se multipliquem. Além disso, os tubarões podem ser comparados a "aspiradores de pó" dos mares, pois têm uma incrível habilidade de detectar e encontrar pequenos pedaços de comida, usando sua capacidade de detectar campos elétricos e seu faro apurado. Isso faz com que eles sejam excelentes "limpadores" dos oceanos!

São várias as espécies desse animal e esse livro nos apresenta diversas delas, brincando com suas características principais e dando-lhes uma personalidade (quase) humana. Eis um livro que certamente entreterá meninos e meninas de todas as idades.

Nesse vídeo eu apresento "Folclore de chuteiras" (Peirópolis), obra que conta com as ilustrações do Visca e que traz no final um curioso glossário de imagens de cada personagem que atuou na partida.

Duvido que o leitor não vibre com cada lance desse jogo. Aqui os jogadores usam suas habilidades especiais para levar a bola para dentro das redes do adversário. A vontade de gritar o gol é tanta que chega a dar coceira.

Então, a minha sugestão é a seguinte: sente-se no seu lugar favorito da casa e comece a ler. Cuidado para não acordar seus pais com os gritos da torcida!

Nesse vídeo eu apresento "Condomínio dos Monstros" (RHJ), obra que conta com ilustrações da Cris Alhadeff (seu livro de estreia na LIJ). 

O primeiro dos três livros da série sobre o Condomínio dos Monstros apresenta o prédio onde vivem dez dos monstros mais conhecidos da humanidade e relata o problema enfrentado pela Múmia: devido ao grande barulho provocado pelos vizinhos monstruosos, ela não consegue tirar seu cochilo de mil anos no sarcófago.

Condomínio dos Monstros está entre os meus 5 livros mais vendidos.

Nesse vídeo eu apresento "A liga dos heróis inúteis" (FTD), que escrevi em parceria com o Luiz Antonio Aguiar e que recebeu ilustrações do estúdio Sapo Lendário.

Junte-se à turma da Liga e descubra o que querem e quem está por trás dos Colecionadores! Ah! E tome cuidado! Você também pode estar sendo observado!

Oi, gente. Recebi alguns pedidos de professores para criar alguns vídeos com uma apresentação minha dos meus livros. Abracei a ideia.

Segue o primeiro vídeo, onde falo sobre meu último lançamento: "Quem comeu os meus biscoitos?", que fiz em parceria com a Vanina Starkoff e que foi publicado pela Globinho. Será que vocês conseguem descobrir quem foi o guloso?

terça-feira, 10 de setembro de 2024

Pós-graduação de Escrita Criativa da PUC Campinas

Fui convidado para lecionar na pós-graduação em Escrita Criativa da PUC-Campinas. Minha disciplina será Criação e Inovação em Literatura. Já estou cheio de ideias criativas e inovadoras.

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

Bienal do Livro de SP 2024

Oi, galera! Não estou na Bienal do Livro de São Paulo mas meus livros ESTÃO! Coloquei na imagem alguns deles, suas respectivas editoras e a localização na Bienal.

Essa semana alguns leitores me perguntaram onde podiam encontrar meus livros por lá (incluindo os lançamentos de 2024: Quem comeu os meus biscoitos? e Mala de fuga) e a resposta está aí.

Boa caçada!



sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Mala de fuga chegou!

Chegou o nosso livro novo! "Mala de fuga" (Aluar) é meu mais recente trabalho com a super Cris Alhadeff. Ficou muito lindo!

Descubra o que os monstros carregam em suas malas de fuga quando são enxotados dos vilarejos! E você, monstrinho? O que é tão importante que não pode faltar em sua mala?







domingo, 1 de setembro de 2024

EMEF Pedro Nolasco

 


Filminho bacana que o professor Helder Guastti, da EMEF Pedro Nolasco, de João Neiva - ES, fez do nosso encontro com a turma do 4° ano. Eles leram em sequência toda a trilogia de crimes do folclore que eu e a Cris Alhadeff lançamos pela Escarlate/Cia. das Letras: Quem matou o saci?, Procura-se o Curupira e Iara sob suspeita.

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

Mostra Mediação & Lingugem

Que notícia bacana! Soube que esse ano, a escola que recebeu o primeiro lugar na Mostra Mediação & Linguagem, promovida pelo Estado de São Paulo, ganhou com um trabalho criado em cima do meu livro com a Cris "Quem matou o Saci?". E não foi a única a ter o livro como tema!

Parabéns para os alunos da PEI E. E. Joaquim Alves Ferreira, de Batatais! Vocês me deixaram muito feliz!

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Lex Libris (ou livros do Alex): 01-10

 


Os livros do Max Yantok são dificílimos de encontrar. E quando os achamos são muito caros. Tenho esses quatro e estou sempre de olho por outros, afinal são mais de 40 títulos assinados por ele. Nicolau Cesarino era filho de italiano com uma filha de pajé. Em 1911, criou pra "O Tico-Tico" o personagem Kaximbown, um ricaço de cachimbo, que tinha como fã confesso ninguém menos que Rui Barbosa. Particularmente, gosto muito de "As aventuras maravilhosas de Juca Mutuca e Fanikito", com esse dragão com cara de macaco.
Em 1956, já idoso, teve problemas em publicar suas ilustrações, consideradas “ultrapassadas” pelos editores. 
Aposentou-se em 1962 e faleceu no Rio, em 1 de outubro de 1964. Seu medo, segundo sua viúva Amélia, era ser esquecido.


Esses são os três livros da série de histórias da Candimba que Silvia Autuori publicou em 1938. Silvia foi uma apresentadora de programa infantil de rádio, escritora e dramaturga que pertenceu a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT). No início dos anos 1930, na Rádio Tupi de São Paulo, ficou famosa por criar a personagem Tia Chiquinha. 
Ao ser perguntada, em entrevista à Revista Carioca, de novembro de 1942, se a Tia Chiquinha já tinha publicado algum livro, respondeu: "Sim, meu sobrinho. O primeiro foi baseado no legítimo "folclore" paulista e destinado — bem como os outros — às crianças. "Histórias da Candimba" teve boa aceitação, chegando a doze milheiros a sua tiragem inicial. Depois... Bem. Deixemos as lembranças tristes. Este livro compõe-se de três volumes sem interdependência. No mesmo ano, em 1938, surgia a minha quarta criação livresca, denominada "Joãozinho" — o menino que sonha..."
Bem, pelo andar da carruagem, a sua relação com a editora não foi das melhores.


Entre os livros da minha coleção estão esses dois do Thales de Andrade. Percebe-se, na quarta capa de "Itaí na cidade maravilhosa", que o autor pretendia lançar outros da série. No entanto, como eram livros lançados de forma independente, deve ter lhe faltado tempo ou dinheiro. São livros raros e muito interessantes. No primeiro, somos apresentados a criaturas fantásticas relacionadas a cada um dos elementos (Iara da água, Boitatá do fogo e por aí vai).


O grande salto da literatura infantil e juvenil brasileira do século XX foi a publicação de A menina do narizinho arrebitado, de Monteiro Lobato.
Polêmicas à parte, Lobato foi, além de um ótimo escritor, um editor de primeira, que soube transformar o objeto livro em um artigo de excelente qualidade estética e muito desejado para enfeitar olhos e estantes de jovens leitores. Sua habilidade como negociante é conhecida por todos os que estudam o mercado editorial. Ele era capaz de vender livros em açougues, se isso fosse necessário.
Tenho vários livros do Lobato em minha coleção. Ambos os da imagem são raros, sendo o primeiro um fac-símile de 1982 e o segundo um dos poucos exemplares originais que sobraram de 1921.


Esses são os dois livros de literatura infantojuvenil publicados pelo modernista Menotti Del Picchia. São duas aventuras extraordinárias vividas pela dupla do barulho João Peralta e Pé de Moleque.
Uma curiosidade: Enquanto o primeiro livro navega nos mares de Reinações de Narizinho, a obra de Lobato chega a ser mencionada na história, a saga gullivaresca do segundo título foi publicada antes de A chave do tamanho. Teria Picchia retornado o favor e influenciado a história de Lobato?


Como alguns já sabem, eu coleciono livros de literatura infantil e juvenil brasileira antigos. Comecei durante a escrita da dissertação de mestrado e não parei mais. Esses três são da Henriqueta, que era casada com o livreiro Joaquim Saraiva e que iniciou o catálogo infantojuvenil da editora da Livraria Acadêmica, especializada em livros para juristas. A Acadêmica depois se tornou a Saraiva, que todos conhecemos.


Alexina foi uma mulher muito à frente do seu tempo e pioneira nos estudos do folclore nacional e regional. Com apenas 20 anos de idade, teria ido sozinha para Europa e frequentado diferentes cursos na França, Itália, Espanha e Portugal. Permaneceu lá por um ano. Quando voltou trouxe uma bicicleta e desafiou a tradicional sociedade da época, pedalando pelas ruas da cidade e usando calças compridas, o que quase lhe rendeu uma excomunhão pela igreja. Trabalhou como professora, mas havia uma certa resistência aos seus métodos e sua personalidade. Em sala de aula, quebrou paradigmas ao substituir os castigos físicos por tarefas intelectuais. Trocou a palmatória por exercícios de memória e dicção, fazendo os alunos indisciplinados aprenderem cantigas de roda e trava-línguas. Foi ainda a primeira a usar material folclórico na elaboração de materiais didáticos infanto-juvenis e inovadora ao acreditar no potencial educativo da cultura popular. Ela acreditava ser fundamental a criação de uma literatura nacional voltada para crianças e jovens, além da criação de bibliotecas voltadas a este público. Morreu surda e atropelada por uma locomotiva aos 51 anos em Corrêas-RJ, sendo arrastada por 800 metros.
(as informações sobre a vida da autora foram retiradas do texto de João Victor Militani para o site https://museuregionaldesaojoaodelrei.museus.gov.br/alexina-de-magalhaes-pinto-especial-dia-da-mulher/


Madame Chrysanthème era como a jornalista e escritora carioca Cecília Moncorvo Bandeira de Mello Rebello de Vasconcellos assinava seus livros. Filha da escritora Emília Moncorvo Bandeira de Mello, adotou o pseudônimo na sua primeira obra, o infantil Contos para crianças por Chrysanthème (1906). O nome escolhido veio de um livro de Pierre Loti que contava a história de uma japonesa submissa ao marido, um oficial da marinha francesa. É possível observar uma fina ironia na escolha do apelido, já que a autora não tinha nada de submissa, muito pelo contrário. Em uma época em que a grande maioria das mulheres ainda utilizava pseudônimos masculinos, Cecília se apresentou com o nome de uma gueixa. Embora não se considerasse uma feminista, pois ao contrário delas acreditava que o magistério era natural às mulheres, sua obra está recheada de ataques a costumes que ela considerava ultrapassados e de críticas às mulheres fúteis e desocupadas. Isso é compreensível pois Cecília ficou viúva cedo e precisou trabalhar para sustentar a si mesma e ao seu filho sem depender de homem algum.


Julia Lopes de Almeida, em entrevista a João do Rio, contou que escrevia seus versos escondida até que o seu pai leu um dos seus textos, deixando-a constrangida. Ele não disse nada, mas no dia seguinte levou a família para uma apresentação de uma pianista italiana e, na volta para casa, contou a filha que o jornal o tinha encomendado um artigo sobre a apresentação e que seria ela quem o escreveria.


João Köpke foi um escritor e professor nascido em Petrópolis. Bacharelou-se em Ciências Sociais e Jurídicas em 1875, sendo o primeiro petropolitano a diplomar-se em curso superior. Fundou, no Rio de Janeiro, o Instituto Henrique Köpke, onde deu aulas para os filhos de Ruy Barbosa, Eduardo Guinle e Conrad Jacob Niemeyer, entre outros. Köpke respeitava os limites e as aptidões dos alunos e condenava o ensino que privilegiava a memorização.
Nos últimos anos de sua vida, além de pensar em “novo método de combater o analfabetismo através do rádio”, João Köpke ainda organizou na primeira estação de radiodifusão do Brasil – a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, do pioneiro Roquete Pinto – a ‘Hora das Crianças’. 


segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Curso Solidário é daqui a pouco!


É daqui a pouco!

Curso Solidário em apoio aos professores do Rio Grande do Sul:

Eu e alguns outros autores de LIJ fomos convidados para conversar sobre literatura e falar com professores sobre alguns dos nossos livros, no meu caso a trilogia de folclore e mistério (Quem matou o Saci?, Procura-se o Curupira e Iara sob suspeita, todos com ilustras da Cris Alhadeff e publicados pela Escarlate/Companhia das Letras). O negócio foi tomando uma proporção gigante e acabou se tornando um curso de extensão e será certificado pela UFRGS através da parceria com o LER clube de leitura, coordenado pela professora Marília Nunes.

Curso solidário (SOS RS) Formando leitores literários: com a palavra os autores

Realização: GELLE (Grupo de Estudos Leitura Literária nas Escolas)

Certificado de 40h emitido pelo PROREXT/UFRGS

Todo o valor arrecadado será destinado à compra de livros e auxílio de professores gaúchos atingidos pela inundação das cidades.

Taxa de matrícula: R$ 300,00

15 encontros online:

14/06 - Leo Cunha - O processo criativo do livro Infinitos e sua mediação de leitura

20/06 - Eliandro Rocha - a literatura como ponte

24/06 - Lilian Vieira - Educação antirracista: como escolher livros literários com representação positiva de personagens negros?

01/07 - Gabriela Romeu e Penélope Martins - Bate-papo sobre o livro Tumba e Para, estrada para novas paisagens literárias

24/07 - Alessandra Roscoe - A medida poética das coisas

12/08 - Marco Haurélio - Literatura de cordel na sala de aula

19/08 - Alexandre de Castro Gomes - Entrelaçando folclore e mistério

??/08 - Otávio Júnior - Da minha janela vejo esperança

10/09 - Goimar Dantas - A arte de criar leitores

19/09 - Kátia Kanton - A diversidade na literatura infantil

30/09 - Ilan Brenman - Os bastidores da criação literária

10/10 - Ana Fonseca e Gisele Federizzi - Literatura, neurodiversidade e mediação

19/10 - Ana Paula Mira - Literatura e o diálogo com as infâncias

13/11 - José Roberto Torero - (Re)contos de fadas na sala de aula

26/11 - Cláudia Sepé - O segredo das palavras: uma ideia para desbloquear a escrita

Muito maneiro, né? Aguardamos vocês!

terça-feira, 13 de agosto de 2024

E aí? Quem matou?


Foto maravilhosa da professora Katy Caroline (ou profekatypedagoga, como está no insta).
Segundo a mesma, é uma foto já tradicional das turmas que ela leciona. Afinal, todas as vezes que se aproxima o dia do folclore, ela lê "Quem matou o Saci?" (livro meu e da Cris Alhadeff publicado pela Escarlate). 😍

quarta-feira, 31 de julho de 2024

A Liga no Insta - ano II

Fiquei sabendo de um trabalho muito bacana que fizeram com um livro que escrevi em parceria com o Luiz Antonio Aguiar. Pelo segundo ano consecutivo, alunos professora Sirlene Nogueira, do Colégio Villa Real, de Sabará - MG, criaram perfis no Instagram para os personagens de A Liga dos Heróis Inúteis (FTD - Ilustras do Sapo Lendário).

Ficou muito legal! Eles buscaram imagens gratuitas na web de jovens com as características dos personagens e postaram o dia a dia dessa turma. Quem quiser pode agora interagir com a Pyps, o Flô, a Camaleoa, os gêmeos, o Tocaia... E viva a LIJ do século XXI!

segunda-feira, 15 de julho de 2024

II Feira Literária Ler e escrever: vou aprender para quê?

No último sábado a Cris Alhadeff e eu estivemos no SESI Volta Redonda para falar sobre o livro Quem matou o Saci? A escola estava vivendo sua II Feira Literária "Ler e escrever: vou aprender para quê?" e as salas estavam todas decoradas com trabalhos dos alunos/leitores.

Foi muito legal! Parabéns aos envolvidos!















terça-feira, 9 de julho de 2024

Surpresas Literárias: Firjan SESI Barra Mansa

Alunos da Escola Firjan SESI Barra Mansa criaram esse espaço dedicado ao livro Robóticos (ilus. Cris Alhadeff - Editora Rovelle) com direito a um painel de curiosidades sobre mim e uma caprichada linha do tempo da minha vida. Demais, né? Mas o mais bacana são os robôs. Amei tudo!




quinta-feira, 27 de junho de 2024

Reunião sobre o Adote

Ontem tivemos a primeira reunião com os organizadores do programa Adote um Escritor de Porto Alegre. Me lembrei das vezes que participei do Adote em outros anos e foi sempre muito emocionante. Juntei quatro fotos de faixa, bandeira e cartazes que os alunos prepararam para a minha chegada. Tiveram ainda instalações, esculturas, pinturas, poemas, resenhas, desenhos, jogos, cenários... Bateu saudade.




quarta-feira, 26 de junho de 2024

Condomínio dos Monstros no Colégio Santo Agostinho

Depois de 14 anos, o Condomínio dos Monstros ainda faz um sucesso danado com os leitores mirins. Hoje fui recebido por seis turmas de vampiros, bruxas, múmias, sacis, fantasmas e outras criaturas assustadoras do Colégio Santo Agostinho do Rio de Janeiro. Conversamos, contei histórias, respondi perguntas e ainda joguei um jogo (baseado no livro) que eles criaram. Foi maneiríssimo!