quinta-feira, 29 de junho de 2017

Fotos do Salão FNLIJ 2017


Montagem do estande da AEILIJ


Andrea Viviana Taubman, José Prado, Cris Alhadeff, Fabio Melo e Alexandre de Castro Gomes.


Marisa Borba, aniversariante do dia, e Alexandre de Castro Gomes na cerimônia de abertura do Salão.

Alexandre de Castro Gomes, Leo Cunha, Roger Mello, Marcia Leite e Ricardo Benevides.


Alexandre e Cristino Wapichana


Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento de "Quem matou o saci?", da Editora Escarlate.


Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento de "Quem matou o saci?", da Editora Escarlate.


Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento de "Quem matou o saci?", da Editora Escarlate.


Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento de "Quem matou o saci?", da Editora Escarlate.


Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento de "Quem matou o saci?", da Editora Escarlate.


Alexandre de Castro Gomes, Anna Rennhack e Cris Alhadeff


Alexandre de Castro Gomes, Luiz Antonio Aguiar, Anna Rennhack, Andrea Viviana Taubman, Rogerio Andrade Barbosa e Cris Alhadeff.


"Quem matou o saci?" esgotou rápido.


Soraya Pamplona e Alexandre de Castro Gomes


Alexandre, Cris Alhadeff e Neide Graça


"Eu sou uma lagartixa!" também foi campeão de vendas.


Christiane Oliveira, Soraya Pamplona, Rosinha, Alexandre de Castro Gomes, Flávia Côrtez, Maurício Veneza e Anna Rennhack.


Alexandre de Castro Gomes e Ronize Aline


Alexandre de Castro Gomes, Anna Claudia Ramos, Rogerio Andrade Barbosa, Luiz Antonio Aguiar e Andrea Viviana Taubman.


Manuel Filho, Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff.


Mig, Adriana, Alex, Guto Lins e Edna.


Entregando a homenagem da AEILIJ a Flávia Savary.


Maria Beatriz Serra, Alex e Graça Lima.


Presidindo a assembleia da AEILIJ


Entregando uma homenagem a Sandra Pina, ex-presidente da AEILIJ.


Alexandre de Castro Gomes (presidente da AEILIJ de 2015-2019), Rogério Andrade Barbosa (presidente da AEILIJ de 1999-2003), Luiz Antonio Aguiar (presidente da AEILIJ de 2003-2007), Andrea Viviana Taubman (atual vice-presidente), Anna Claudia Ramos (presidente da AEILIJ de 2007-2011) e Sandra Pina (presidente da AEILIJ de 2013-2015).


Autores no lançamento da antologia "Histórias no Prato".


Mesa de discussões da AEILIJ: Eventos literários em tempos de crise.

Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento do livro "Eu sou uma lagartixa!", da Editora do Brasil.

Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento do livro "Eu sou uma lagartixa!", da Editora do Brasil.

Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento do livro "Eu sou uma lagartixa!", da Editora do Brasil.

Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento do livro "Eu sou uma lagartixa!", da Editora do Brasil.

Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento do livro "Eu sou uma lagartixa!", da Editora do Brasil.

Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento do livro "Eu sou uma lagartixa!", da Editora do Brasil.

Alexandre de Castro Gomes e Cris Alhadeff no lançamento do livro "Eu sou uma lagartixa!", da Editora do Brasil.

Luciana Grether, Alexandre de Castro Gomes, Rita e Sandro Meneghetti.


Cris Alhadeff e a ilustração criada em homenagem ao livro "Enquanto o sono não vem", de Luis Mauro Brant.


Sandro Meneghetti, Anna Claudia Ramos e Alexandre de Castro Gomes


Alexandre de Castro Gomes, Sandra Pina, Sonia Rosa, Miriam Ribeiro, Renata Goulart, Sandra Lopes, Soraya Pamplona e Flávio Dana.

Alexandre de Castro Gomes e Neide Graça


Alexandre de Castro Gomes, Marilda Castanho e Tino Freitas.


Marcelo Pellegrino, Alex e Andrea Viviana Taubman.


Com a equipe que nos entrevistou para o canal Arte dos Cliques.


Com Cris Alhadeff


Nova diretoria da AEILIJ:
Presidente: Alexandre de Castro Gomes
Vice: Andrea Viviana Taubman
Secretária: Patrícia Melo
Tesoureiro: Flávio Dana


Com a entrevistadora da MultiRio


Sendo entrevistado para a MultiRio.


Troféus da AEILIJ em homenagem aos mais de 40 anos de carreira de Jô Oliveira e Flávia Savary.


Troféus da AEILIJ em homenagem aos ex-presidentes da Associação.


"Histórias no Prato"

Como pode um pinguim na casa AnaWin?


O trabalho com a literatura me traz pequenas alegrias diárias que me estimulam e me lembram sempre que estou no caminho certo.

Dessa vez a boa notícia veio da Neide Graça, autora, contadora de histórias e uma das fundadoras do blog "De 8 a 80". Ela percorre escolas e casas de repouso com leituras divertidas e prova, com isso, que a boa literatura não tem idade.

"Como pode um pinguim no Polo Norte?" (ilus. Cris Alhadeff, Bambolê) alegrou crianças e idosos em junho. A garotada viajou na fuga da pinguim e na perseguição do urso. Já os velhinhos da Casa de AnaWin (os fãs de Star Wars não devem confundir com Anakin) se interessaram pelos fenômenos do equinócio e do solstício.

Obrigado, Neide! Beijos para vocês e para os seus leitores!

Seguem os vídeos:

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Carta aberta da AEILIJ em defesa da obra de José Mauro Brant e algumas considerações

A Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ) vem se posicionar publicamente contra qualquer tipo de censura à criação literária e ressaltar a importância do resgate e da difusão dos contos populares e de encantamento – material primordial para a preservação da cultura popular e matéria-prima para a produção de literatura de qualidade para as crianças e os jovens leitores.

A AEILIJ defende também a realização de um amplo trabalho de qualificação e preparação de professores e mediadores de leitura, dando-lhes confiança e embasamento para que possam trabalhar e usufruir de todo este rico material junto aos seus alunos e leitores.

A Associação ressalta ainda que aprova irrestritamente o trabalho de reconto realizado pelo escritor, ator e contador de histórias José Mauro Brant em seu livro “Enquanto o sono não vem” e entende que nada nesta referida obra justifica seu recolhimento do acervo das escolas brasileiras.

Divulguem!



Ainda em relação à polêmica envolvendo o recolhimento do livro "Enquanto o sono não vem", do José Mauro Brant, tenho algumas observações:

1) Acredito em histórias com finais infelizes. Acho que toda criança de 8 anos entende a diferença de ficção e não ficção. E se não entende, os pais e os mediadores de leitura (professores, bibliotecários, contadores de histórias...) deveriam alertá-las quanto a isso. Como cada uma lida com suas emoções depende de inúmeros fatores. Todos sentem raiva, pena, medo, ansiedade... A leitura é uma ótima forma, se não a melhor, de experimentar esses sentimentos de forma controlada. O processo da leitura tem o durante e o depois. Muitas vezes é no depois que encontramos nossas respostas. A vitória da maldade acarreta a discussão. E essa discussão que o texto do Brant traz é benéfica. A revolta de alguns com o texto em questão o torna mais eficaz.

2) Todo e qualquer livro pode ter motivo para ser excluído de qualquer grupo de leitores, seja por razões ideológicas, religiosas, políticas, ou outras. A Rosana Rios disse no Facebook que teve livro questionado por uma professora que a interpelou sobre a mensagem positiva que ela queria passar com o texto. Como se toda história precisasse de uma lição moralista. A Thais Linhares já comentou que exigiram dela um saci sem cachimbo. O Luiz Antonio Aguiar teve capa de livro censurada.
Sempre haverá algo que incomoda alguém. Se abrirmos a porteira da censura, depois será difícil fechar. Nossas crianças lerão somente o que nossos competentes políticos de reputação ilibada quiserem que elas leiam. Literatura pobre e superficial. Livro para criança voltará a ser "O cachorrinho fofinho gosta de ossinho". Me posicionei contra a censura na época do Lobato e me posiciono assim agora. Se fosse diferente eu não seria coerente.

3) Disseram que a história da Eredegalda alimenta a pedofilia e o incesto. Disseram que não há castigo para o vilão. Bem, a história em questão não alimenta a pedofilia ou o incesto. A menina não quer. Fica óbvio que não é bom. Ela sofre. O leitor se compadece do seu sofrimento e sente raiva do vilão. Sim, o rei é o vilão. Isso fica claro no texto. Muitas vezes o sofrimento alheio nos faz enxergar e discutir o problema. A literatura serve também para isso. Para forçar o debate. É aí que está o poder dessa história. É aí que está o castigo do vilão. A criança que lê e que sofre abusos não vai querer terminar como a princesa. Na obra recolhida não existe uma glorificação do vilão e nem recompensa pelo crime. Existe o final infeliz. Só isso. Nem tudo é doce, purpurinado e cor de rosa. Havendo bons mediadores de leitura, o livro funciona muito bem. E se funciona bem, a culpa não é do texto. A culpa é da forma inconsequente como tratam a cultura. Da falta de qualificação. Do querer tudo mastigadinho, raso e fácil de absorver. É evitar o aborrecimento do debate. Ao invés de fazer o aluno buscar as respostas, querem que o autor as dê diretamente. Isso diminui o valor e o papel da literatura. Isso poupa trabalho e impede a formação de um pensamento crítico. E é contra isso que precisamos nos posicionar.

4) "O livro não é para ser lido por crianças de 8 anos!" Ah, se fosse só isso! O buraco é bem mais embaixo! Se o problema fosse a idade de 8, por que ao invés de recolher, não orientam as escolas a utilizá-lo com os de 9 ou 10? Existem várias formas de contornar essa questão. Mas isso não interessa aos defensores do atraso, que por sinal não têm qualificação para decisões como essa, ao contrário de quem incluiu o livro na lista do PNAC. O recolhimento é feito de propósito, para levar a história ao ostracismo. Para abrir um precedente que permitirá controlar o que se lê. Além de um enorme desperdício de dinheiro (que será pago), isso é mais uma prova da mentalidade radical e do falso moralismo que existe hoje em dia nas esferas que decidem o que é cultura relevante e o que não é. 
Chegaram a culpar o autor por ele reconhecer que não escreveu o livro para quem tem oito anos. Ora bolas, o que fazer com o livro não é para ser resolvido por quem o escreveu e sim por quem o comprou ou pelo mediador que o recebeu. Isso agora é culpa do Brant? Claro que não! Era só o que faltava você escrever um livro e ser responsável pela distribuição interna do mesmo nas escolas. Se ele já disse que não escreveu a obra para quem tem oito anos, o recado foi dado.

5) Já ouvi argumento dizendo que se hoje não há mediadores, então este livro não poderia ser distribuído. Disseram que uma criança poderia pegá-lo inadvertidamente e se chocar com seu conteúdo. Esclarecendo aqui: O livro não foi comprado para ser distribuído na rua. Ele foi comprado para escolas. O professor é o mediador. O mediador não vem com o livro. Ele já existe. Está lá. É ele quem vai apresentar o livro. É ele quem vai discuti-lo com as crianças. Não dá para tirá-lo da sala de aula, entende? Neste caso específico, esta não é uma compra para a leitura espontânea.

Viva a LIJ!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Meus lançamentos no Salão FNLIJ 2017

Meus lançamentos no Salão FNLIJ 2017!

Pela Escarlate, com ilustras da Cris Alhadeff, vem "Quem matou o saci?", um misterioso assassinato envolvendo seres do folclore resulta em uma curiosa investigação e um engraçado inquérito policial.

Pela Editora do Brasil, também ilustrado pela Cris, o delicioso "Eu sou uma lagartixa!", trabalha a imaginação e a criatividade dos pequenos. Afinal, por que é que ela não consegue subir pela parede?

E, finalmente, a antologia de dar água na boca, lindamente organizada pela Cristina Villaça, embelezada pela Patrícia Melo e revisada pela Flávia Côrtes, onde contribuo com o conto "Folar de bigode", ilustrado pelo fera Laerte Silvino.


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Trabalhos da Escola Bom Pastor


Essa semana a diretora Daiane, da Escola Bom Pastor de Passo Fundo, me enviou algumas fotos dos trabalhos que os alunos do 2º ano do ensino fundamental estão fazendo sobre a minha biografia.
Eu adorei isso! Fiquei bonito!

Ontem a professora Mayana me mostrou algumas imagens da peça baseada no livro "O Julgamento do Chocolate" encenada por uma turma do segundo ano.
Emocionante! Encantador!












Indicação do blog Super Mãe

"O livro que lê gente" é a sugestão de leitura do blog Super Mãe em 24/05/17.

Fonte:
http://www.supermae.blog.br/2017/05/sugestao-super-mae-o-livro-que-le-gente.html