segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Fotos do lançamento de "Histórias a Quatro Patas"

Lancei ontem, na Livraria da Travessa, o livro "Histórias a Quatro Patas". Foi uma tarde muito divertida, adoçada pelas balinhas Rio (Rocs sortidas) e com direito a um show alucinante da dupla Jujuba e Ana Nogueira. Risos e abraços distribuídos em cada canto da livraria. Muito legal! Segue fotos:





























































quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Fotos da FLIJO 2012

Participei de dois encontros muito bacanas com as crianças de São José dos Pinhais. Apresentei os livros lançados em 2012 e o retorno foi muito bom. Quantas crianças inteligentes! E quantos pequenos poetas! Pelo menos uns 6 declamaram versos de própria autoria. E tudo isso de cabeça, com a platéia acompanhando e aplaudindo. O pequeno Alan, com seu poema "A Porta", me emocionou. A cidade está linda e o evento foi precioso. Estou certamente levando para casa mais do que trouxe para cá.



Com o poeta Alan. Esse menino é muuuuito maneiro.

Com o artista carioca Paulo Bi

Com Monique Martins e o Secretário de Cultura Christian Bundt




O menino que coleciona guarda-chuvas



O Lanterna

Sentindo a escrita em braille

Tentando adivinhar as imagens de "O Lanterna" com os olhos fechados.

Histórias a Quatro Patas. Inventamos na hora duas histórias tandem. "O novo rei da floresta" e "O bicho mais feio do mundo".

Perguntas?

Encontrei o Pedro Bandeira ao deixar o hotel. Ele tinha acabado de voltar de sua primeira apresentação na FLIJO 2012. Foi bom porque o táxi para o aeroporto demorou um pouco para me pegar. Batemos um bom papo. Gente boa.

Três atributos que o escritor deve ter

Outro dia recebi um e-mail com um texto do jovem escritor e editor Hiago Rodrigues. Gostei muito do que li e já falei sobre isso na minha última palestra. O e-mail apontava para o endereço
http://publicalivros.com.br/escrever-sem-revisar/.

Segue:

"Estou aqui me perguntando, como um escritor, quantos textos eu já escrevi, quantas obras já compus, poemas, crônicas, contos, romances, todos cheios de erros de português.

Quando eu era só escritor eu não entendia uma coisa muito importante: competência, qualidade e originalidade. Eu só entendia de originalidade, e pensava que um escritor só precisava disso para escrever, de modo que só valia a pena ler (e escrever) meus livros por eles trazerem um sentimento novo.

Pois bem: competência e qualidade muitas vezes me atrapalharam a trazer a originalidade aos livros e tive que ir trabalhar com edição de livros pra ver isso de forma clara.

Competência: é basicamente a parte mais estrutural da escrita. É escrever direito, ortográfica e gramaticamente certo, e dominar a língua portuguesa e a Palavra a nível profissional.

Qualidade: é basicamente a forma, o modo, o meio de se narrar a história, de compor e espalhar os versos escolhendo as palavras (competência). Qualidade de escrita o autor só tem quando está consciente o bastante sobre o que pode e o que não pode escrever para expressar a ideia e os sentimentos que precisa para tal obra.

Muitos escritores não tem competência e são bem sucedidos ao contratar “profissionais” que revisem o texto de forma sistemática. Muitos editores até fazem isso pelos autores. Eu acho válido, mas acho isso como cadeira de rodas para quem está com preguiça de andar. Um autor que não sabe escrever não sabe o que está escrevendo e nem o que pode causar com o que escreve.

Muitos escritores não tem qualidade pois confundem ela com originalidade. É muito comum hoje em dia em autores egocêntricos, que se acham “os artistas de obras inéditas”, ou dentre aqueles autores que pensam ter ido ao extremo de sua criatividade e lá criado uma forma única de escrita, que o caracterize (como Proust, Machado, Guimarães Rosa e Clarice). Esta falta de qualidade está na falta de consciência. Se antes do autor escrever, ele parar e pensar: “- O que e como eu quero escrever essa ideia?” ele consegue ir desenvolvendo seus exercícios de qualidade.

Por Hiago Rodrigues, Editor"

Revista Seleções de novembro indica "O menino que coleciona guarda-chuvas"

Olha que legal! "O menino que coleciona guarda-chuvas" saiu na edição de novembro da coluna Livros - Minirresenhas, que a Claudia Nina escreve para a Revista Seleções. Mucho bacana!



sábado, 3 de novembro de 2012

Sobrecapa Literal - Nov/2012


Saiu o Sobrecapa Literal de novembro! Minha coluna, o Espaço LIJ, tem como convidados os queridos André Neves e Nireuda Longobardi. O artigo do mês traz a opinião de Neil Gaiman em relação a workshops e eventos literários.

Aplausos para Ana Cristina Melo e demais colegas colunistas por mais esse belo trabalho.

Leia e compartilhe.

As 22 regras da Pixar para criar uma boa história

Estou sempre recebendo mensagens de leitores e colegas sobre o universo literário. Essa semana recebi um e-mail muito interessante que me indicou uma página do site hypeness.com.br com a tradução de dicas da Emma Coats, da equipe criativa da Pixar, para a criação de uma boa história. Segue o e-mail completo:

Todo mundo sabe a capacidade que a Pixar tem para criar boas histórias, fazendo nós sentirmos pena e torcermos para a vitória de um desenho animado. Uma das criativas da Pixar, Emma Coats, tweetou 22 dicas de como criar histórias como eles criam, seja para o cinema ou para a publicidade.

1. Um personagem deve se tornar admirável pela sua tentativa, mais do que pelo seu sucesso.

2. É preciso manter em mente o que te cativa como se você fosse parte da público, e não pensar no que é divertido de fazer como escritor. As duas coisas podem ser bem diferentes.

3. A definição de um tema é importante, mas você só vai descobrir sobre o que realmente é a sua história, quando chegar ao fim dela. Então reescreva.

4. Era uma vez um/uma________. Todo dia,__________. Um dia, então__________. Por causa disso, __________. Por causa disso__________. Até que finalmente_______.

5. Simplifique. Tenha foco. Combine personagens. Não desvie do principal. Você sentirá como se estivesse perdendo material valioso, mas ficará mais livre.

6. No que os seus personagens são bons e o que os deixa confortáveis? Coloque-os no lado oposto a isso. Desafie-os. Como eles lidarão com essas situações?

7. Crie o final antes de saber como será o meio. Sério. Finais são difíceis, então adiante o seu trabalho.

8. Termine a sua história e deixe-a, mesmo que não seja perfeita. Siga em frente. Faça melhor da próxima vez.

9. Quando você tiver um “branco”, faça uma lista do que não irá acontecer no andamento da história. Muitas vezes, é assim que surge a idéia de como continuar ela.

10. Separe as histórias que você gosta. O que você vê de bom nelas é parte de você. É preciso identificar essas características, antes de usá-las.

11. Colocar no papel permite que você comece a consertar as falhas. Se deixar na sua cabeça até aparecer a idéia perfeita, você nunca compartilhará com ninguém.

12. Ignore a primeira coisa que vier a sua cabeça. E a segunda, terceira, quarta, quinta – Tire o óbvio do caminho. Surpreenda a si mesmo.

13. Dê opiniões aos seus personagens. Passivo/maleável pode parecer bom enquanto você escreve, mas é um veneno para o público.

14. Por que você precisa contar essa história? Qual é o combustível que queima dentro ddela, e do qual ela se alimenta? Esse é o coração da história.

15. Se você fosse o seu personagem, e estivesse na mesma situação, como você se sentiria? Honestidade dá credibilidade para situações inacreditáveis.

16. O que está em jogo? Nos dê uma razão para nos importarmos com o personagem. O que irá acontecer se ele fracassar? Coloque as probabilidades contra o sucesso.

17. Nenhum material é inútil. Se não está funcionando, largue de mão e siga em frente. Ele pode ser útil mais tarde.

18. Você deve saber a diferença entre dar o seu melhor e ser espalhafatoso. Histórias são para testar, não para refinar.

19. Coincidências que coloquem os personagens em problemas são ótimas; as que os colocam fora deles, são trapaça.

20. Exercício: Divida em pedaços um filme que você não gosta, e o reconstrua de forma que ele se torne um bom filme, na sua opinião.

21. Você deve se identificar com as situações e reações dos seus personagens, e não escrevê-las de qualquer forma. Você agiria da mesma maneira que eles?

22. O que é essencial na sua história? Qual a forma mais curta de contá-la? Se você souber a resposta, pode começar a construí-la a partir daí.


* Texto retirado do site Comunicadores.info com tradução de @lucaseditor

O Julgamento do Chocolate no Colégio Cerimar - SP

O Google me surpreende de vez em quando. Dessa vez foi o Colégio Cerimar de São Paulo, sob coordenação da professora Zélia, que adaptou "O Julgamento do Chocolate" para o teatro. Foram super criativos, trazendo novos personagens e até uma participação do vocalista da banda Couro Cabeludo, Adilson Martins. Adorei a Dra. Batata, as repórteres de campo e os versinhos apresentados. Pena que a bateria da filmadora acabou no final e nos deixou sem parte do depoimento do Chocolate.

Trem de Histórias em Vinhedo

A primeira antologia da AEILIJ, da qual faço parte com o conto "Tem uma barata no trem!", recebeu uma linda homenagem de alunos da EM Prof. Maria Von Zuben, de Vinhedo - SP. A amiga e escritora Simone Pedersen presenteou a diretora com o "Trem de Histórias" e depois foi chamada para a festa no dia 1o de novembro. Os alunos escreveram, ilustraram e apresentaram suas histórias de trens. Criaram maquetes e um lindo painel. Simone ganhou dois livros preparados pelas crianças e saiu de lá feliz da vida. Eu, aqui de longe, também fiquei feliz. Nosso projeto inspirou os pequenos. Quer melhor do que isso?







quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Espaço LIJ - Novembro de 2012

Novembro tem FLIPORTO, FLIJO, Feira do Livro de Porto Alegre e outros tantos eventos literários espalhados pelo Brasil inteiro. Não acredita? Então procure pelo Circuito Nacional de Feiras de Livro, calendário organizado anualmente pelo MINC. Eu já estou aqui fazendo as malas. Esse mês viajo para Curitiba, para a Feira do Livro de São José dos Pinhais. Depois volto, lanço um livro na Livraria da Travessa e embarco rumo à Olinda, para conversar com a criançada de Pernambuco.

Tanto trabalho vale a pena. O convívio com os leitores e com colegas e profissionais ligados à literatura infantil e juvenil é dos mais prazerosos que existem. Nada melhor do que trocar uma ideia inteligente, não é?

Por essas e outras, comento, no artigo do mês, um texto que li no Tumblr do Neil Gaiman, sobre o que motiva o autor a frequentar esses tipos de eventos.  

Tá bom ou quer mais?
OK! Você venceu! Os convidados da coluna são os queridos André Neves e Nireuda Longobardi.


ILUSTRA com Nireuda Longobardi

Falei com a Nireuda pela primeira vez quando fizemos o Trem de Histórias, uma antologia de autores da AEILIJ. A Nireuda fez a xilo da capa do livro. Na época, ela gentilmente me enviou de presente um livrinho em cordel com um trabalho seu. Fiquei vidrado na sua arte e hoje tenho o maior orgulho de apresentá-los a essa artista bacanérrima.

As imagens abaixo são etapas do processo da criação de uma xilogravura para o livro A peleja do Boto cor-de-rosa com a Sereia Iara, escrito por Alexandre Morais e editado pela Suinara.

  

Nireuda é potiguar e mora em São Paulo. Estudou Educação Artística e Artes Plásticas, na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. É professora, escritora e ilustradora de livros infantis e cordéis. Para ilustrar livros utiliza a xilogravura, o kiriê e outras técnicas de ilustração. Realiza também oficinas para diversas instituições como: Casa das Rosas, PraLer, SESI Projeto Literatura Viva, SESCs, bibliotecas, livrarias e escolas. Hoje seu trabalho é voltado para a pesquisa de histórias tradicionais.

Alguns de seus livros:
Mitos e lendas do Brasil em cordel (Editora Paulus), selecionado para os programas Minha Biblioteca 2011 e PNBE 2012 e escolhido pela FNLIJ. O livro representou o Brasil na Feira de Bologna 2010 e foi indicado como um dos “100 livros imperdíveis” da Revista Nova Escola (Abril) 2012.
Escolha seu dragão (Cortez), em parceria com a escritora Rosana Rios, está no catálogo da FNLIJ e representou o Brasil na Feira de Bologna 2012.
O rouxinol e o imperador em cordel (Mundo Mirim) foi selecionado pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para o projeto Livros na Sala de Aula 2013, voltado aos anos iniciais do Ensino Fundamental das escolas públicas de São Paulo.




POR QUE FREQUENTAR EVENTOS LITERÁRIOS?

Neil Gaiman é inglês, autor de romances e HQs lidos em todo o mundo. Entre seus trabalhos está Sandman, uma série de quadrinhos, publicada entre 88-96, que coleciona fãs até hoje.

Bem, Neil tem um Tumblr (um blog de textos curtos, mas não tão curtos quanto o Twitter) muito bacana, de onde tirei um texto que me chamou a atenção. Nele, um possível futuro escritor pergunta se é necessário frequentar feiras de livros e workshops literários para ser publicado. Ele reclama dos preços de tais eventos e quer saber se o livro pode ser publicado por seus próprios méritos. Gostei muito da resposta do autor de Sandman. Traduzi e reproduzo abaixo.

"Caro Neil, Parece que toda vez que leio sobre como um de meus autores favoritos foram publicados, descubro que eles sempre encontram seu futuro agente ou editor em uma feira de livros ou workshop literário. Eu não tenho nada contra esses eventos em geral, exceto o custo, muitas vezes alto. Será ainda possível ser publicado baseado unicamente no mérito de seu trabalho, ou, se for o caso, você poderia me aconselhar sobre o assunto? Obrigado."

Resposta do Neil:
"Eu acho que você está deixando escapar um detalhe.
Se você quer conhecer pessoas, você vai para onde elas estão. (Nesse caso, as feiras ou convenções literárias.)
Se você quiser ser um escritor melhor, você fará workshops literários.
E quanto ao custo dos eventos... Eu comecei a frequentá-los quando tinha 22 anos, não tinha um tostão, e continuei a ir mesmo sendo um jovem jornalista freelancer 'duro', e prossegui como um jovem jornalista freelancer 'duro' na companhia de outros jovens jornalistas freelancer 'duros', outros aventureiros e principiantes sem sucesso. Compartilhávamos quartos de hotéis para poupar dinheiro (algumas vezes em grupos que seriam expulsos do hotel se soubessem quantos éramos), viajávamos da maneira mais barata possível e poupávamos o que tínhamos para locomoção e comida (e comprar bebidas no bar) enquanto estávamos lá.
E não fazíamos isso para encontrar pessoas e sermos publicados. Fazíamos isso para conhecer pessoas como nós. Porque queríamos atender aos fóruns de discussões e aprender. Porque éramos fãs das pessoas que estavam nos eventos e queríamos ouvi-las.
Eu não consigo contar o número de amizades que se iniciaram naqueles dias - muitas das pessoas com quem acabei sentando ao lado, ou conversando nos bares, naquela época, naqueles eventos, são meus amigos até hoje. Alguns são escritores e editores e agentes e artistas. Alguns são dentistas e advogados e funcionários municipais.
E algumas dessas amizades acabaram me rendendo trabalhos, o que acontece com frequência.
Você pode ser publicado unicamente pelo mérito do seu trabalho? Bem, é óbvio. (Só o fato de você falar sobre 'seus autores favoritos' ao invés de 'autores cujo trabalho você odeia' já é significante). Se você for um editor ou um agente, e tiver dois manuscritos em mãos, um sendo uma porcaria rascunhada por alguém que você conheceu em um bar de um evento literário e outro sendo um trabalho incrível de alguém que você nunca encontrou, certamente todo editor ou agente vivo optará pelo trabalho incrível.
Por outro lado, se você é um editor buscando um escritor para um livro sobre Douglas Adams, porque a pessoa com quem você iria trabalhar desistiu do projeto, e você se lembrou de um cara, com quem você conversou em um bar na noite de um evento, que tinha entrevistado o Douglas Adams, e aquele cara parecia uma pessoa legal e lúcida, e que não seria um saco trabalhar com ele, você procurará aquele cara... bem, isso é algo que não teria acontecido se não houvesse aquele encontro.
Workshops literários? Eu fui para Milford, na Grã-Bretanha, em 1986 e 1987. E uma conversa tarde da noite em um bar, depois que todo o trabalho terminara, me rendeu uma série de antologias compartilhadas... mas isso aconteceu porque pessoas se juntaram e conversaram e se mexeram para fazer as coisas acontecerem. Ninguém estava lá para fazer contatos. Levando em conta que as lições que aprendi em Milford me transformaram de Quase Publicável para Escritor Razoavelmente Bom, eu não acho que de forma alguma foi caro. (Custa 560 libras agora, por uma semana de horários preenchidos, e é o equivalente ao que paguei em 1986.) 
Minha sugestão para ser publicado 'unicamente pelo mérito do seu trabalho', é, peculiarmente ou não, a mesma que todas as sugestões que já dei em "como ser publicado'. Faça uma busca nos arquivos de http://journal.neilgaiman.com/ e divirta-se."

Fonte:



ENTREVISTA FOGUETE com André Neves

Quantos livros publicados? Destes, quantos como escritor?
Contar para mim é tão difícil. Perdoem-me, mais ou menos uns 100. Agora escrito e ilustrados, como são poucos, eu sei. 19.

Três livros seus para quem não te conhece?
Casulos - Global / imagem
A Caligrafia de Dona Sofia - Paulinas / texto e imagem
Tom -  Projeto / texto e imagem (lançamento)

Uma vez você disse que pretendia escrever mais e ilustrar menos. Por quê?
O mundo é complexo e as imagens mudam e transformam a vida contemporânea  Meus pensamentos mudam e estou amadurecendo, a cada dia, o ato da escrita e da criação. O livro está mudando. O papel, a gráfica, o design, digital. Tanta coisa muda, no futuro ainda mais. Não sei se conseguirei acompanhar o ritmo que o olhar visual dessa garotada vai ter no futuro. Muito talentos surgirão, é natural. Talvez nesse momento eu tenha parcerias legais, escrevendo com grandes e jovens ilustradores.

Obax, Lino, Margarida, Tom e outros livros seus brincam com a fantasia. Qual a importância da fantasia na sua obra?
Total. Meu criar se alimenta do impossível para ser possível nos livros brincar.

Em sua última apresentação, você se definiu como um “escritor de imagens”. O que quis dizer?
Que penso por imagens. E se escrevo, são elas, "as imagens", que me fazem pular a distância de um parágrafo a outro. Sem asas.



***
Este Espaço LIJ foi publicado em seção própria no jornal digital Sobrecapa Literal nº 21Acesse www.sobrecapaliteral.com.br para fazer o download da publicação inteira em formato tabloide.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Correio Criança - Jornal Correio da Paraíba

Ontem saiu um texto meu no Correio Criança, suplemento infantil do jornal Correio da Paraíba. Boa noite. Nhac! é uma releitura de um miniconto que escrevi há algum tempo, intitulado Dorme, neném. Na versão original, o monstro devora a criança ao final da história. 

Segue nota do site da AEILIJ de Pernambuco:
"A edição n. 54 do Correio Criança, que circula neste domingo, traz uma série de matérias sobre curiosidades e histórias incríveis de fantasmas e outras monstruosidades. O suplemento completo pode ser acessado em http://issuu.com/correiodaparaiba/docs/edicao_54 "


Conte um Conto é um espaço criado através da parceria do Correio Criança e da AEILIJ, sob a coordenação do escritor e professor Antonio Nunes (Tonton). 

III Encontro Carioca da Bodega Literária

Foi na última sexta-feira (26/10), no Sindicato do Chope do Leme, aproveitando a vinda da Simone Pedersen, que veio ao Rio para receber a premiação da UBE.