sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fotos da FLIJO e arredores

Voltei. Voltei com um anel dourado (presente de uma criança que foi ao evento) e já com saudades da FLIJO, dos organizadores, equipe de apoio e participantes, da galerinha da Escola Maria Robertina, da amiga que eu não via há 20 anos (segundo ela), do ambiente de camaradagem na Editora Positivo, do frio curitibano e da cidade de São José dos Pinhais, com suas casas baixas, jardins floridos e povo hospitaleiro.

A primeira coisa que eu faço quando chego em casa (e acho que todos também) é olhar as fotos da viagem e me lembrar dos momentos super bacanas que vivi. Deem uma espiada:

Entrada da cidade

Rua XV de Novembro

O evento fica depois daquela igrejinha ali.

Tá-dááá!!!

Biblioteca Scharffenberg

Com Sueli Brandão (organizadora), Christian Bundt (Secretário de Cultura de SJV), e a escritora Cléo Busatto.

A galerinha na espera...


Vamos falar sobre inventar histórias? Usar a imaginação? Exercitar a criatividade?

Crianças da Escola Maria Robertina

Algumas crianças me ajudaram a apresentar os livros.





Chegou a hora da dinâmica com as crianças. Vamos criar uma história juntos?

Cléo Busatto conta histórias.

Ganhei um anel do Gustavo Henrique, que está de boné branco ao meu lado. Dá para ver que estou segurando o anel com a mão esquerda? Em troca tirei essa foto para colocar no site. Obrigado, Gustavo! Não tirei mais do dedo enquanto estive no Paraná.

Editora Positivo

Com Fernanda e Marcelo na Positivo

Positivo e operante!

Com a amiga Tiça (na frente da fila) e amigos no bar Quermesse, em Curitiba.

03/11/11 - Jornal Metrópole e Guia SJP.com

Mal cheguei de viagem e já tem matéria sobre a minha participação da FLIJO no ar. A Comunicação Social da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais divulgou nota sobre o primeiro dia do Festival Literário da cidade. A Cléo Busatto e eu fomos entrevistados e um resumo do que falamos está lá. O Jornal Metrópole e o Guia SJP (esse com fotos) publicaram em seus sites.

...“Na minha casa, nós sempre lemos para os nossos filhos. Sentados no chão, com as crianças ao redor, eles dentro da brincadeira e interagindo. Hoje, maiores, eles se tornaram grandes leitores. Até me ajudam a escrever e escrevem as próprias histórias”...


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Paixão de Ler 2011

A Prefeitura do Rio de Janeiro - Secretaria Municipal de Cultura - Coordenadoria de Arte e Educação, Livro e Leitura promove, no período de 4 a 11 de novembro, a 19ª Campanha Paixão de Ler, como parte de sua política de incentivo à leitura. O objetivo principal do evento é chamar a atenção para a leitura através de espetáculos, performance de ilustradores, contação de histórias, exposições, palestras e outras atividades.

Segundo o site da Prefeitura, "Mais de 100 atrações literárias movimentarão a cidade... Com programação inteiramente gratuita e atrações distribuídas por vários bairros, o evento da Secretaria Municipal de Cultura tem como objetivo incentivar o acesso da população aos livros, às bibliotecas e a outros espaços onde ocorram atividades relacionadas com a literatura."

A AEILIJ foi convidada a participar e no dia 07/11, às 14hs, farei a mediação da performance de quatro ilustradores da associação, Cris Alhadeff, Sandra Ronca, Felipe Vellozo e Vítor Vanes, no Centro Municipal de Artes Calouste Gulbenkian.

No dia 9, na mesma bat-hora e no mesmo bat-local, haverá uma mesa de bate-papo com autores da AEILIJ para alunos da 5ª a 8ª séries. Os convidados são Georgina Martins (No olho da rua – historinhas quase tristes – Prêmio Carioquinha 2002), Sandra Lopes (Convite Carioca), Luis Eduardo da Matta (Roubo no Paço Imperial), Hellenice Ferreira (Poemar), Leny Werneck (História de uma cidade contada por ela mesma) e Amelia Lacombe.

Este ano, a iniciativa homenageia a própria cidade, com o tema Crônicas do Rio e a proposta de uma discussão sobre o papel desse gênero literário nos dias de hoje.

A organizadora da campanha e coordenadora de Livro e Leitura da Secretaria Municipal de Cultura, Leda Fonseca, explica que o evento procura enfatizar a importância da leitura como instrumento de formação do cidadão. “Queremos fortalecer o sonho de um Rio literário.”

sábado, 15 de outubro de 2011

1ª FLIJO - Festival Literário de São José dos Pinhais e Região Metropolitana

Fui convidado para participar da primeira edição do FLIJO (Festival Literário de São José dos Pinhais e Região Metropolitana) e estarei na cidade paranaense no dia 3 de novembro, dia de abertura, às 13:30 para um bate-papo com os estudantes da região. Muito legal, não é?

São José dos Pinhais fica pertinho de Curitiba. A cidade, que entre suas atrações conta com a Casa do Papai Noel, já é velha conhecida de autores e pessoas ligadas à cultura. O município organizou 14 edições da tradicional Femuli (Feira Municipal do Livro de São José dos Pinhais). Agora a Femuli cresceu e, a partir de 2011, passa a ser chamada de FLIJO. A primeira edição do evento será realizado entre os dias 3 e 13 de novembro, trazendo diversas atividades relacionadas à cultura, educação e sustentabilidade.

De acordo com o site da Prefeitura da cidade, haverá:
"...Literatura de cordel, lançamento de livros, mesas redondas e apresentações musicais serão algumas das atividades que completarão a programação, que contará também com contação de histórias, bate-papos, palestras e homenagem aos 71 anos da Biblioteca Pública Scharffenberg de Quadros..."

Entre os outros convidados estão o escritor Pedro Bandeira, o cantor e escritor Martinho da Vila, o roteirista Alcione Araújo, a escritora Cléo Busatto, o cordelista pernambucano Júnior do Bode e o especialista em micronarrativas Edson Rossato.

Fotos do Dia Nacional da Leitura na Biblioteca Nacional

Verônica Lessa, Marilia Pirillo, Alexandre de Castro Gomes, Cris Alhadeff, Anielizabeth e Gregório Filho no evento Todo Dia é Dia de Ler – Biblioteca Todo Dia, da Biblioteca Nacional, em 12/10/11.

Gregório Filho, Marilia Pirillo, Cris Alhadeff, Alexandre de Castro Gomes, Verônica Lessa, Anielizabeth, Guigo e Nina na Biblioteca Nacional, em 12/10/11.

Cris Alhadeff, Sandra Pina, Alexandre de Castro Gomes, Anna Claudia Ramos, Anielizabeth e Verônica Lessa na Biblioteca Nacional, em 12/10/11.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

11/10/2011 - Fundação Biblioteca Nacional - Dia Nacional da Leitura

Oi, gente. Que tal um dia das crianças literário?
Quem puder levar seus filhos para a Biblioteca Nacional amanhã, a partir de 12:30, poderá prestigiar o evento Todo Dia é Dia de Ler – Biblioteca Todo Dia, que contará comigo, Cris Alhadeff, Sandra Pina, Anna Claudia Ramos, Marilia Pirillo e Anielizabeth. Haverá ainda visitas guiadas para conhecer o prédio da biblioteca e contação de histórias com Gregório Filho.

Programação:
‎12:30hs - Anna Claudia Ramos e Sandra Pina - fazendo leituras de livros
14:00hs - Alex Gomes e Cris Alhadeff - leituras e performance de ilustração
15:00hs - Anielizabeth e Marilia Pirillo - leituras e performance de ilustração.
16:00hs - Gregório Filho - contação de histórias.
Ao longo do dia - visitas guiadas.

Descrição
"Dia das Crianças é Dia da Leitura na Biblioteca Nacional

Para marcar o Dia das Crianças e o Dia Nacional da Leitura, a Fundação Biblioteca Nacional, o Instituto Ecofuturo e a AEILIJ (Associação dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil) organizam o evento Todo Dia é Dia de Ler – Biblioteca Todo Dia. A iniciativa é mais uma forma de aproximar as crianças da leitura.

E para isso a Biblioteca Nacional abre suas portas e recebe a criançada com escritores, como Anna Cláudia Ramos, Sandra Pina e Alex Gomes, que contarão histórias, enquanto os ilustradores Anielizabeth, Marilia Pirillo e Cris Alhadeff farão desenhos com a criançada. Todos trabalharão com seus livros publicados e não cobraram cachê, atuando como parceiros/colaboradores..."


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Coleção Itaú de Livros Infantis - Ano II

Os livros distribuídos gratuitamente pela Fundação Itaú Social voltaram! Depois do sucesso do ano passado, quando distribuiram sua primeira coleção de livros infantis (O Jogo da Parlenda, de Heloisa Prieto pela Cia. das Letrinhas, Bem-te-vi e outras poesias , de Lalau e Laura Beatriz pela Cia. das Letrinhas, Os três porquinhos e Lobisomem, ambos adaptações da Girassol), a Fundação Itaú Social traz agora 3 livros com a mesma qualidade dos encontrados nas livrarias, com mínimas adaptações nos formatos originais. Aplaudo essa iniciativa, pois apesar da boa ação e da qualidade dos textos, os livros do ano passado foram impressos em formato de livros de 99 centavos. Daqueles que são vendidos em estandes de supermercados. Não creio que livros "baratinhos" chamem atenção e/ou formem pequenos leitores, mote principal da campanha do banco.

Esse ano, os livros selecionados foram:
Adivinha quanto eu te amo? - De Sam McBratney, ilustrações de Anita Jeram (WMF Martins Fontes)
Um coelhinho se esforça para mostrar o tamanho do amor que ele tem pelo pai. O Coelho Pai entra na brincadeira, mas ambos percebem que não é fácil medir o amor.
Chapeuzinho Amarelo - De Chico Buarque, ilustrações de Ziraldo (José Olympio)
A história é uma releitura bem-humorada do clássico Chapeuzinho Vermelho, de Charles Perrault. Só que desta vez não há vovós nem caçadores. Chapeuzinho é uma bela menina que sofre de um mal terrível: sente medo de tudo, até do medo.
A festa no céu, um conto no nosso folclore - Ilustrações e tradução de Angela Lago (Melhoramentos)
Haveria uma festa no céu, e os bichos sem asas estavam jururus de fazer dó. Mas a tartaruga não se deu por vencida e decidiu que ia ao baile. Será que ela vai conseguir?


Para pedir sua coleção, basta entrar no link abaixo e preencher os dados. No ano passado eles pediram que, após a leitura, os livros fossem doados para que outras crianças também pudessem aproveitar as histórias. Esse ano não vi isso escrito no site do Itaú, mas sugiro manter a boa ação.
http://ww2.itau.com.br/itaucrianca/index.htm

Ah! No site acima, dentro do link Era uma Vez, há bonitos relatos de Ziraldo, Angela Lago e Suppa. Vale conferir!

A Coleção Itaú de Livros Infantis foi criada pela Fundação Itaú Social para ajudar a despertar desde cedo o prazer pela leitura. Ela foi feita para você que também acredita que a educação é o melhor caminho para a transformação do Brasil. (copiado do site Itaú Criança)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Condomínio dos Monstros no PNBE 2012!

U-huuu! Soube hoje que meu livro foi selecionado para o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) 2012. Uma média de 60 mil bibliotecas brasileiras receberão os livros do programa, incluindo aí o Condomínio dos Monstros, lançado pela RHJ no ano passado.

Estou rindo a toa!

E para completar a felicidade aqui de casa, a Cris ilustrou outro livro escolhido pelo PNBE: O que é que não é, de Cesar Cardoso pela editora Biruta.

Tim-tim!

O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), desenvolvido desde 1997, tem o objetivo de promover o acesso à cultura e o incentivo à leitura nos alunos e professores por meio da distribuição de acervos de obras de literatura, de pesquisa e de referência. O atendimento é feito em anos alternados: em um ano são contempladas as escolas de educação infantil, de ensino fundamental (anos iniciais) e de educação de jovens e adultos. Já no ano seguinte são atendidas as escolas de ensino fundamental (anos finais) e de ensino médio. Hoje, o programa atende de forma universal e gratuita todas as escolas públicas de educação básica cadastradas no Censo Escolar.(texto retirado do portal do MEC)

Segue os links com a relação dos livros escolhidos para 2012:
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=15/09/2011&jornal=1&pagina=17&totalArquivos=140
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=15/09/2011&jornal=1&pagina=18&totalArquivos=140

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Bate-papo no Colégio São Paulo (08/09/11)

Hoje a Cris e eu fomos ao Colégio São Paulo, no Rio de Janeiro, a convite de nossa amiga, a professora e escritora Cristina Villaça, para falar sobre o livro "Condomínio dos Monstros", adotado pelas turmas do terceiro ano.

É sempre um prazer conversar com essa criançada antenada e super esperta que gosta de ler. Claro que para alguns será sempre obrigação, mas a impressão que eu tenho é que hoje em dia os professores buscam textos mais de acordo com a idade e isso facilita muito o gosto pela leitura.

Mas voltando ao São Paulo, chegamos por volta de 13:30 e logo subimos para a biblioteca. Ficamos surpresos ao ver o ambiente todo enfeitado, com panos escuros, fantasminhas, morcegos e até mesmo um esqueleto em tamanho natural chamado Luis Carlos. Quando as crianças surgiram a emoção foi total. Todos estavam fantasiados de monstros. Havia bruxas, vampiros, fantasmas, lobisomem, aranhas e até um monstro de duas cabeças. Muito bacana mesmo!

Fomos apresentados à turma e logo começamos a falar do livro. Como surgiu a inspiração, porque o Saci está junto com os monstros, qual a parte que gosto mais, quais meus outros livros escritos, como é o processo de criação de texto e imagem, e todas as perguntas que povoam a imaginação e atiçam a curiosidade das crianças. Fiquei feliz em ver que já há alguns que escrevem e muitos gostam de ilustrar. A Cris mostrou as imagens originais e as finalizadas, li um trecho da inédita continuação do livro e pronto. Quando vimos, quase duas horas se passaram. Ganhamos pães de mel, autografamos todos os exemplares do terceiro ano e viemos para casa com uma sensação gostosa no peito. Foi um dia MUITO bacana!

















30/08/11 - Site do Solar Meninos de Luz

Leitura para todas as idades com o Projeto Solar Literário

"No dia 11 de agosto, o escritor Alex Gomes e a ilustradora Cris Alhadeff fizeram uma grande atividade com os 28 alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental. Eles leram a divertida história do livro "Condomínio dos Monstros", que prendeu a atenção das crianças do início ao fim!

Alex sugeriu que nossos alunos participem de concursos literários infantis e criem personagens novos, pois isso desenvolve a criatividade de cada um deles. Já Cris Alhadeff conversou com as crianças sobre as diversas formas de se desenhar e nos presenteou com a ilustração de uma linda bruxinha..."

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Bienal do Rio 2011

Pois é, gente. Estive rapidamente na Bienal do Rio na sexta-feira passada, para uma assembleia da AEILIJ. O lugar está lindo como sempre. Alguns estandes de livrarias e editoras são verdadeiras obras de arte. Mas vou falar do começo.

Aproveitei a dica da amiga e escritora Flávia Côrtes e me cadastrei no site da Bienal para conseguir minha credencial de autor. Assim, posso ir quantos dias quiser sem pagar a entrada. Logo de cara: o primeiro erro. Não há a opção "escritor" no cadastro de profissionais do livro. Ilustradores, editores, bibliotecários, professores, etc, estão lá. Mas e o escritor? A solução foi marcar "outros" e pronto. Tudo bem, pode ter sido um engano, não é? Shit happens, como dizia o Forrest Gump. O site manda levar um documento com foto e algum comprovante que mostre que sou "profissional do livro". Resolvi levar a carteirinha da AEILIJ e um livro meu.

Peguei uma carona com a Naná Martins (também amiga e escritora - até porque se não fosse amiga não teria me dado carona - duh!) Foram 2 horas e meia de engarrafamento de uma sexta-feira, do Leblon até o Riocentro. Não estou brincando. Por essas e outras evito a Barra nesse dia. Na sexta-feira que vem, não me esperem na Bienal.

Ao chegarmos no primeiro pavilhão (laranja), fomos pegar as credenciais. Foi mais fácil do que pensei. Quando mostrei o papel impresso, que comprovava meu cadastro, um rapaz me apontou umas máquinas que parecem caixas-automáticos de bancos. Foi só inserir o número do papel e voi-lá! A credencial foi impressa na hora. Sem problema algum. Muito legal. Chato foi achar o auditório José Lins do Rego, que ninguém sabia onde era. Passando o primeiro pavilhão, há o pavilhão azul e depois o verde. A assmbleia era no verde.

Chegamos atrasados para a reunião com a AEILIJ. Pelo menos dois pontos importantes da pauta já haviam sido discutidos (o aumento da anuidade, que aprovo 100%, e a inclusão de escritores de novas mídias - e-books só com ISBN e editora). Falou-se ainda sobre o Trevo, Expo, Sarmede (grande Sandra Ronca), carteirinhas, apoio de lojas, novo site, lista de discussão, regionais, trabalho da última diretoria e outros assuntos. Fim de reunião. Faltava ainda 1 hora para o encerramento do dia. Conversei mais um pouco com o Maurício Veneza e a Cris Villaça e quando olhei só restavam 30 minutos.

Me falaram que haveria um lugar para troca de livros e eu estava carregando dois pesados na mochila para isso. Antes dei uma rápida olhada na Maré de Livros, que de fato estava muito bonita. Bem, corri de um lado para o outro. Perguntei para todos onde era o tal lugar da troca. Ninguém soube responder. Nem mesmo as meninas do estande de informações. Passei no Café Literário, que já estava fechando, para dar um beijo na minha amiga Dani (já no pavilhão do meio) e de lá saí em busca do estande de trocas. No caminho comprei um livro do Led Zeppelin para mim e 5 volumes da coleção Minha 1a. Biblioteca Larousse para meus filhos (3 reais cada!!!!). Eles já tinham vários em casa e faltavam 6 para completar acoleção de 16 volumes. Só não achei o volume 10. Essa coleção é o máximo. As ilustrações são de vários artistas franceses. Muito legal mesmo!

Finalmente, faltando 5 minutos para o fechamento, descobri o lugar da troca. Lá no primeiro pavilhão laranja, a direita de quem entra, há o estande da Prefeitura. Entreguei meus dois livros e olhei para a mesa. Para ser sincero, eu esperava uma variedade maior. Eram poucos livros disponíveis. A troca de livros da Escola Parque é bem mais recheadinha. No entanto consegui um ótimo livro novinho em folha do Daniel Munduruku (Histórias qu eu vivi e gosto de contar, da editora Callis com ilustrações da Rosinha Campos) e um outro que não gostei (não vou dizer de quem é), de literatura teen. Se vou voltar? Mas é claro! É a Bienal, pô!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Filminho da última FLIST

Saiu o filminho da FLIST. Tem um monte de gente bacana aqui! A Festa Literária de Santa Teresa ocorreu nos dias 14 e 15 de maio de 2011.



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

23/08/11 - kidsnatal.com.br

"Imagine, imagine uma festa maravilhosa, imaginou?
Ela existe e você pode levar para qualquer lugar, e o melhor, em qualquer época do ano. O livro “Festa do calendário”, de Alex Gomes, Editora RHJ, nos revela todos os dias da semana reunidos e todos os meses do ano, numa mesma festa, mas cada um com seu jeito de se comportar: falar, vestir, comer, comemorar..."


A Renata de Holanda, parceira do blog Tecer Girassóis, escreveu uma resenha muito bacana do Festa do Calendário e publicou como dica de leitura no site Kids Natal.

Segundo o próprio site, o Kids Natal é "...um guia completo com dicas de programação, serviços, profissionais e afins, tudo para facilitar a vida de pais que, como nós, buscam aliar a correria cotidiana aos melhores momentos em família... Indicamos aquilo que conhecemos, acreditamos e experimentamos... Um guia informativo/comercial completo que engloba todo o universo infantil e teen do nosso estado (Rio Grande do Norte)."

Muito legal isso. Obrigado, Renata e Kids Natal, pelo espaço!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

15/08/11 - Entrevista para o Blog Primeiro Livro

A Amanda Cristina é uma menina de 13 anos que criou um blog literário (Primeiro-Livro) que já conta com mais de 2000 seguidores. Ela entrou em contato comigo para uma entrevista e a publicou hoje. Estou muito orgulhoso. Essa menina vai longe!
Fonte: http://www.primeiro-livro.com/2011/08/entrevista-com-escritor-alexandre-de.html





quinta-feira, 11 de agosto de 2011

11/08/11 - Fotos do encontro literário no Solar Meninos de Luz

Fachada da Biblioteca Paulo Coelho, do Solar Meninos de Luz, em Copacabana.

Turminha reunida e pronta para atacar!

Conversei com todos e as crianças pediram para a Cris, professora do Solar, ler o Condomínio dos Monstros.

Leitura do Condomínio dos Monstros

Cris Alhadeff desenhou a bruxa durante o Solar Literário.

Perguntas para a ilustradora

Conversamos sobre todo o processo de criação. (foto da Ingrid)

A turma participou com entusiasmo. (foto da Ingrid)

Cris e eu com 3 alunos do Solar.

No meio da galera!

Com Wilson e Heloisa

Para a galera do Solar Meninos de Luz: beijos e beijos da Cris.

Com Ingrid, a fotógrafa oficial.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Trem de Histórias - Resenha


Trem de Histórias
de autores associados à AEILIJ - organização de Alexandre de Castro Gomes
Resenha de Neide Medeiros Santos - Crítica literária FNLIJ/PB

Histórias de Trem

Antigamente
via-se o trem
rasgando a paisagem verde
resfolegando cansado...
(Cláudio Limeira. Réquiem para Maria Fumaça)

Trem de histórias – Antologia de contos juvenis (Caki Books Editora, 2011) reúne textos de autores e ilustradores associados da AEILIJ – Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantojuvenil. Compreende contos, crônicas e poesias. O trem é o personagem fulcral dessas histórias.

Antônio Nunes (Tonton), um dos integrantes da antologia, é paraibano de João Pessoa, professor da UFPE e autor premiado de livros para o público infantil e juvenil. É coordenador regional da AEILIJ em Pernambuco.

Trem de histórias traz de volta as lembranças das viagens de trem pelo interior do Brasil. Algumas vêm revestidas de um tom nostálgico. “O trem que não se foi”, de Alessandra Pontes Roscoe, é um bom exemplo; “Um trem para as meninas”, de Antônio Nunes (Tonton), retrata o cotidiano de uma família e o presente dado à filha – um trenzinho todo artesanal feito de madeira. A antiga parada de trem “Estação Ponte D´Uchoa” é motivo para divagações; “Trem de infância”, de Cláudia Gomes, é um poema de sabor bem mineiro; o bonde, primo-irmão do trem, é destaque no texto de JP Veiga – “O trilho”.

São 20 histórias que transportam o leitor para paisagens que só podem ser desfrutadas em uma viagem de trem. Alguns textos remetem a conhecidos poemas: Manuel Bandeira – “Trem de ferro”; Ascenso Ferreira – “Trem de Alagoas”; Marcus Accioly – “do trem-de-ferro”; Joaquim Cardozo – “Última Visão do Trem Subindo ao Céu” e Cláudio Limeira – “Réquiem para Maria Fumaça”.
As bonitas ilustrações do livro começam com uma xilogravura de um trem Maria Fumaça na capa. Esta ilustração nos lembra o poema de Ascenso Ferreira – “Trem de Alagoas” – um trem deslizando nos trilhos, soltando fumaça. Compondo a paisagem, um cajueiro carregadinho de frutos. Em terceiro plano, avistam-se bueiros de antigos engenhos. É uma ilustração saudosista e muito poética.

Identifiquei-me com a crônica de Luiz Antônio Aguiar – “Esse trem que me falta na lembrança” (Trem de histórias, p.55). Como o escritor, não conheci o trem na minha infância. Nasci e passei os primeiros anos de vida em uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte despovoada de trens e de trilhos. Sinto a nostalgia de não ter viajado de trem na fase da aurora da vida.

Quando ouve falar em trem, Luiz Antônio Aguiar confessa que escuta o tchu-tchu do seu coração e bate uma saudade muito grande. Ele se recorda das músicas de Milton Nascimento e das cidades históricas de Minas Gerais – Ouro Preto, o convento de Caraça, tudo ali parece parado no tempo.

“Minha primeira viagem de trem” é o conto de Rosana Rios. A viagem foi feita na adolescência com um grupo de amigos. O trem saiu da estação Júlio Prestes e rumou para Mairinque, corria a década de 70. E foi um passeio inesquecível. Na volta, arranjou um namorado, companheiro de viagem.

As viagens de trem foram responsáveis por muitos encontros e desencontros, lenços balançando ao vento nas despedidas, choro das pessoas que ficavam nas plataformas, saudades e coração partido naqueles que iam em busca de novas aventuras.

Simone Pedersen conta uma história do ponto de vista de um maquinista de trem, o título é “O condutor”. Um trem turístico parte da Estação da Luz e vai para Santos. A viagem é demorada, com paradas para apreciar a paisagem. O trem anda por trilhas sinuosas, invade a privacidade da mata, desnuda flores, plantas, árvores e quedas de água. Para o condutor, esta é a melhor viagem da semana. As pessoas vão para um passeio, transbordam felicidade, “vão salgar a alma na praia”.

Uma pesquisa sobre o trem na poesia brasileira, trabalho desenvolvido com os alunos de Literatura Infantil na UFPB, me levou a muitas descobertas e amenizou o vazio deixado por essa saudade esquisita e inexplicável do trem que não povoou a minha infância.

O livro “Trem de histórias” veio relembrar os poemas que deram margem à pesquisa e reviver um período que deixou boas lembranças, lembranças poéticas.

Nota: No jardim da sede UBE/PE, Rua Santana, bairro de Casa Forte, existe um vagão antigo de trem que funciona como biblioteca. O vagão está cheio de livros e de sonhos."

Trem de Histórias: Resenha


A professora Neide Medeiros Santos é crítica literária, criadora do blog Nas trilhas da literatura, foi durante mais de 20 anos professora de Teoria Literária e Literatura Infantil, é representante e membro votante da FNLIJ no estado da Paraíba e escreve para o Semanário Contraponto, que é distribuído para 11 mil assinantes em João Pessoa.

Fiquei extremamente orgulhoso com a resenha escrita pela professora Neide. Mais ainda porque sairá no próximo Semanário Contraponto. Agradeço ao Tonton, que é quem fez o contato.

O texto a seguir foi copiado do link

"Histórias de Trem
(Neide Medeiros Santos – Crítica literária FNLIJ/PB)

Antigamente
via-se o trem
rasgando a paisagem verde
resfolegando cansado...
(Cláudio Limeira. Réquiem para Maria Fumaça)

Trem de histórias – Antologia de contos juvenis (Caki Books Editora, 2011) reúne textos de autores e ilustradores associados da AEILIJ – Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantojuvenil. Compreende contos, crônicas e poesias. O trem é o personagem fulcral dessas histórias.

Antônio Nunes (Tonton), um dos integrantes da antologia, é paraibano de João Pessoa, professor da UFPE e autor premiado de livros para o público infantil e juvenil. É coordenador regional da AEILIJ em Pernambuco.

Trem de histórias traz de volta as lembranças das viagens de trem pelo interior do Brasil. Algumas vêm revestidas de um tom nostálgico. “O trem que não se foi”, de Alessandra Pontes Roscoe, é um bom exemplo; “Um trem para as meninas”, de Antônio Nunes (Tonton), retrata o cotidiano de uma família e o presente dado à filha – um trenzinho todo artesanal feito de madeira. A antiga parada de trem “Estação Ponte D´Uchoa” é motivo para divagações; “Trem de infância”, de Cláudia Gomes, é um poema de sabor bem mineiro; o bonde, primo-irmão do trem, é destaque no texto de JP Veiga – “O trilho”.

São 20 histórias que transportam o leitor para paisagens que só podem ser desfrutadas em uma viagem de trem. Alguns textos remetem a conhecidos poemas: Manuel Bandeira – “Trem de ferro”; Ascenso Ferreira – “Trem de Alagoas”; Marcus Accioly – “do trem-de-ferro”; Joaquim Cardozo – “Última Visão do Trem Subindo ao Céu” e Cláudio Limeira – “Réquiem para Maria Fumaça”.
As bonitas ilustrações do livro começam com uma xilogravura de um trem Maria Fumaça na capa. Esta ilustração nos lembra o poema de Ascenso Ferreira – “Trem de Alagoas” – um trem deslizando nos trilhos, soltando fumaça. Compondo a paisagem, um cajueiro carregadinho de frutos. Em terceiro plano, avistam-se bueiros de antigos engenhos. É uma ilustração saudosista e muito poética.

Identifiquei-me com a crônica de Luiz Antônio Aguiar – “Esse trem que me falta na lembrança” (Trem de histórias, p.55). Como o escritor, não conheci o trem na minha infância. Nasci e passei os primeiros anos de vida em uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Norte despovoada de trens e de trilhos. Sinto a nostalgia de não ter viajado de trem na fase da aurora da vida.

Quando ouve falar em trem, Luiz Antônio Aguiar confessa que escuta o tchu-tchu do seu coração e bate uma saudade muito grande. Ele se recorda das músicas de Milton Nascimento e das cidades históricas de Minas Gerais – Ouro Preto, o convento de Caraça, tudo ali parece parado no tempo.

“Minha primeira viagem de trem” é o conto de Rosana Rios. A viagem foi feita na adolescência com um grupo de amigos. O trem saiu da estação Júlio Prestes e rumou para Mairinque, corria a década de 70. E foi um passeio inesquecível. Na volta, arranjou um namorado, companheiro de viagem.

As viagens de trem foram responsáveis por muitos encontros e desencontros, lenços balançando ao vento nas despedidas, choro das pessoas que ficavam nas plataformas, saudades e coração partido naqueles que iam em busca de novas aventuras.

Simone Pedersen conta uma história do ponto de vista de um maquinista de trem, o título é “O condutor”. Um trem turístico parte da Estação da Luz e vai para Santos. A viagem é demorada, com paradas para apreciar a paisagem. O trem anda por trilhas sinuosas, invade a privacidade da mata, desnuda flores, plantas, árvores e quedas de água. Para o condutor, esta é a melhor viagem da semana. As pessoas vão para um passeio, transbordam felicidade, “vão salgar a alma na praia”.

Uma pesquisa sobre o trem na poesia brasileira, trabalho desenvolvido com os alunos de Literatura Infantil na UFPB, me levou a muitas descobertas e amenizou o vazio deixado por essa saudade esquisita e inexplicável do trem que não povoou a minha infância.

O livro “Trem de histórias” veio relembrar os poemas que deram margem à pesquisa e reviver um período que deixou boas lembranças, lembranças poéticas.

Nota: No jardim da sede UBE/PE, Rua Santana, bairro de Casa Forte, existe um vagão antigo de trem que funciona como biblioteca. O vagão está cheio de livros e de sonhos."

sábado, 6 de agosto de 2011

3 livros muito legais com ilustras da Cris Alhadeff

Bem, sou suspeito para falar mas e daí? Adoro o trabalho da Cris Alhadeff. Sempre gostei, desde o comecinho do namoro. Achava o máximo folhear seus cadernos e descobrir rabiscos fantásticos. Acho até que ela demorou demais para começar a ilustrar livros infantis. Agora que mergulhou nesse mundão literário, ninguém segura mais essa menina!

Como todos sabem, tenho dois livros com os traços da Cris (Condomínio dos Monstros e Festa do Calendário, ambos pela RHJ) e o terceiro a caminho (Pinguina vai ao Polo Norte, pela Caki Books). Tenho muito orgulho deles. Mas não sou o único que tem o privilégio de contar com o trabalho dessa artista genial. Já falei aqui sobre outros livros que ela ilustrou: Alice faz aniversário (da Tânia Velozo, pela ZIT), Vou contar um segredo - uma história cheia de medo (do Zé Zuca, pela Mirabolante) e Alfinete, o porco-espinho (Lucília Garcez, pela Franco).

Quero agora apresentar mais 3 livros que a Cris ilustrou. O primeiro é O Baile das Caveiras, de Jonas Ribeiro, pela Franco. O segundo, de César Cardoso e publicado pela Biruta, O que é que não é? foi lançado no último Salão FNLIJ (onde também lancei o Festa do Calendário). O terceiro acabou de sair do forno e chegou quentinho aqui em casa: Era uma vez, uns três, de Telma Guimarães em uma edição bonita e caprichada da Melhoramentos.

O Baile das Caveiras: Há um mistério no cemitério. Um caso de amor entre uma senhora e a caveira de um homem. O destino que os separou resolve juntá-los mais uma vez. Um menino escreve as aventuras da sua avó. A história começa a esquentar quando a Morte Rainha vai buscar Sebastiana e percebe que... Melhor não contar! Melhor nem abrir este livro e procurar um outro mais açucarado. É! É melhor!

O que é que não é?: O que é que não é? Mas... é ou não é? Você tem que ficar de olho, viu? Pois aqui nada é o que parece que é! Ué, o que você está fazendo aqui que ainda não começou a leitura?
Cesar Cardoso e seus versos bem espertos e Cris Alhadeff, com suas belas ilustrações, se juntaram para encher essas páginas de muitas surpresas e muita maluquice. De uma hora para outra, uma rosa de meio de mato vira rosa de porta-retrato. Do que estou falando? Ah, ali nas próximas páginas você já vai saber. Boa leitura!

Era uma vez, uns três: Diz a lenda que os avós estragam os netos. Mas não é assim. Aqui, antes mesmo de os netos chegarem, os avós tiram as fantasias do baú. Afinal, eles tem um montão de histórias para contar.
Um livro alegre e movimentado, que mostra que é possível, sim, encantar os netos sem presentes nem doces. É só por no caldeirão muito amor e criatividade para fazer a melhor poção: diversão!

Ah! E aproveite para conhecer o Frigério. Um dragão cheio de dentes e muito, mas muito simpático.